Evolução Pitangueira
Ricardo Paiva28/06/2009 03:12
Evolução Pitangueira
Amigos esta pitangueira apresentava um movimento interessante e meu trabalho foi de apenas cultiva-la e efetuar podas de manutenção. Yamadori rural.
Em agosto de 2007:

Já compactando a copa – outubro de 2008:

Junho 2009 -o 1º galho foi desfolhado no final de março para estimular seu crescimento, que já melhorou bastante.

Dicas e sugestões são muito bem vindas.
Bruno NF28/06/2009 08:09
Olá.
Da primeira à última foto se passou um bom tempo, queria saber se essa pitangueira emitiu alguma raiz pra fora do escorredor ao longo desses anos. Pergunto isso pq a minha nunca emitiu nada. Estava esperando aparecer algumas pontinhas das raízes pra fora pra poder colocar na mamadeira mas começo a achar que se eu não colocar o escorredor em cima da mamadeira ela nunca emitirá raízes. Deve ser alguma coisa relacionada com fototropismo da raiz.
edson060528/06/2009 19:59
Raízes
Ricardo, parabéns pela bela planta!! Gostei da estrutura simples e bonita!! Junto com a Jabuticabeira esta é uma das espécies que mais gosto!! Agora só está faltando colocá-la numa mamadeira...
Bruno, o problema deve ser falta de nutrientes por isso as raízes não se desenvolvem. Tenho uma pitangueira nas mesmas condições dessa sua e as raízes aparecem no fundo do escorredor.
Abraços.
Edson.
Filipe Henrique11/01/2011 04:04
iaew Ricardo,
estava procurando um post sobre uma tecnica que vc utilisou e achei essa plantinha interessante?
a quantas anda o processo de formação?!
abraços
Nikkei 10011/01/2011 10:42
Já que o Filipe ressucitou este tópico, aproveito para tirar uma dúvida desta sua planta. Ricardo, na primeira mensagem falou que desfolhou para engrossar mais o primeiro galho. Como funciona?
Tinha em mente exatamente o contrário: desfolhar todos os outros galhos e deixar com folhas somente o que quer engrossar.
Filipe Henrique11/01/2011 11:10
Eu entendo que funciona assim brother;
ele desfolha a planta toda menos a parte que deseja maior desenvolvimento...
vlw t+
Renato Rodrigues Roehrs11/01/2011 11:16
Pois é Filipe, mas eu entendi o que o Nikkei perguntou.
Também sabia que se desfolhavam todos os galhos e deixava apenas aquele onde eu necessito, ou desejo, maior evolução.
Mas pelo que o Ricardo citou, ele desfolhou apenas aquele que desejava o maior crescimento.
Embaralhou tudo agora... hehehe!
Abraços.
Ricardo Paiva11/01/2011 14:21
Alo galera, peço desculpas a todos. Quando fiz o procedimento tinha o entendimento que se desfolhasse apenas um galho, a força da planta iria para ele. Mas como todos bem destacaram aqui, eu estava errado. O galho não desfolhado cresce mais que os demais pois estes estão centrados em repor as folhas e o não desfolhado está centrado em crescer.
O CORRETO - não desfolhar o galho que se deseja que engrosse!
Filipe- ela ficou meio abandonada e ainda sofreu um acidente: recebeu uma sapecada do sol no verão de 2010 e quase morreu. Chegou a perder ramos secundários. Vou fotografar pra atualizar.
Renato Rodrigues Roehrs11/01/2011 14:24
Beleza Ricardo! Valeu pela dica!
Abração e quando nos veremos?
Quero ver se esse ano compareço a mais reuniões em POA.
Estou muito distante do grupo e isso não é bom!
Até.
Nikkei 10011/01/2011 14:31
Valeu Ricardo. Uma pena, achei que tinha uma outra técnica inserida aí.
Ricardo Paiva17/01/2011 23:23
Ai galera, depois de ter esquecido de trabalha a planta e dela sofrer um “torrão” e ficar super desidratada, perdendo todas as folhas e alguns ramos, dei mais atenção a ela.
Vejam foto dela, agora (janeiro de 2011):
Tem muita coisa que corrigir:
- o galho de baixo ainda precisa encorpar muito e ramificar
- os 2º e 3º galhos precisam ser encurtados
- e o nebari ... fraquinho
Sugestões, dicas, idéias ... toda e qualquer sugestão será muito bem vinda.
nickyfury18/01/2011 09:58
bonsai
Ricardo, minha sugestão é no sentido de iniciar a ramificação lateral dos galhos. Para isso, o ideal é estar reduzindo o comprimento de todos, procedendo, inicialmente, a uma desfolha completa, para melhor analisar a estrutura aerea e verficiar a condução mais adequada a cada galho primário. 😄
Como a jabuticabeira e a aceroleira, a pitangueira requer uma atenção constante nesse quesito, pois ao não atentarmos para isso, podemor perder o trabalho executado durante todo um ano. Reduzindo o comprimento dos galhos, cuidamos então de favorecer as brotações laterais em cada galho, visando primeiro o desenvolvimento dos galhinhos secundários e sobre estes, a ramificação terciária e a ramificação fina. 😄
Eu considero a grossura atual do tronco como ótima. Por isso, sugiro o replantio em um vaso de treinamento, com altura entre média a baixa, visando a acomodação das raízes corretamente. Claro que esse reenvase será melhor realizado na primavera. Até lá, pode ir acertando a estrutura aerea, sem nenhum problema. 😄
O nebari, uma grande preocupação, será então formatado e exposto após o reenvase. Nessa fase de cultivo, o nebari passa a ser mais interessante que o atual, ocorrendo paulatinamente seu desenvolvimento. 😄
Ricardo Paiva18/01/2011 19:11
Nickyfury, muitas vezes é melhor recomeçar a formatação de uma planta do que insistir em tentar corrigir algo que, normalmente, nunca conseguiremos um resultado satisfatório.
Vou fazer a redução dos galhos, mantendo apenas o 1º que precisa encorpar.
Depois que ela rebrotar, o que você acha de eu fazer um falso transplante?
Filipe Henrique18/01/2011 19:50
Ricardo Paiva,
não entendo oq é falso transplante, da um help ai..
rs
aqui em vitoria - ES não tenho problemas em transplantar fora de epoca, alias, normamente faço os transplantes em dezembro e janeiro, que é quando tenho menos trabalho, vitoria é quente o ano inteiro e as plantas nunca reclamaram, alias as recomendações de um bonsaista que li em uma revista de circulaçlão nacional que saiu de linha seria de replantar as jabuticabeiras no meio do verão, pois dessa forma ele havia conseguido resultados mais satisfatorios.
se não me engano o nome dele é Marcelo, mas me falha o sobrenome, nickyfury conhece, já vi ele citar esse bonsaista em post aqui.
quanto a planta, se ela esta com problemas no nebary e ainda precisa encorpar o 1º galho, não seria mais eficiente apoiar esse escorredor em uma bacia repleta de nutrientes para ela se desenvolver?
eu deixaria esse 1º galho subir a vontade, vc engrossaria elee de tabela almentaria a conicidade e teria tempo de ir melhorando o nebary, talvez um transplante para corrigir o nebary e voltar com ela pro escorredor apesar do vaso de treinamento facilitar os outros procedimentos que o nickyfury sugerio, eu acho q atraza um pouquinho pra engrossar o galho mas da pra fazer tb.
obrigado por atualizar o topico Ricardo, eu gostei da estrutura dela, espero ve-la em um vaso de bonsai logo!
abraços
André Luiz Santos18/01/2011 20:46
Pois é Filipe, durante 13 anos de cultivo eu nunca me liguei em épocas para intervir em plantas, e nunca tive problemas... o clima aqui no ES é sempre o mesmo, eu só me preocupo em manter a planta na sombra por uns dias e constantemente ir borrifando as folhas delas com água.E quando algum colega de outro estado me pergunta sobre a melhor época para algum procedimento...se eu souber é só teoria mesmo.
A pitanga tem um movimento muito elegante, falta só uma espessura maior do tronco.
nickyfury19/01/2011 09:40
bonsai
Ricardo, a pitangueira é uma planta extremamente temperamental, por mais que digam o contrário. O replante nas condições que indica não será tão bom nem muito promissor. Melhor aguardar o fortalecimento dessas novas brotações que irão surgir, antes de realizar o que propõe. 😲
O 1.º galho realmente precisa encorpar. Mas repare que há um galho, em nível imediatamente superior a ele, que está mais grosso. Esse então, deve ser reduzido ao minimo, enquanto que o primeiro deve ser reduzido à metade. Dessa maneira, ocorre o engrossamento previsto, mas com a bifurcação e formação dos ramos secundários, necessários a ele tanto quanto aos demais, para uma otimização da estrutura aerea como um todo. 😄
O pessoal do ES vá desculpando, mas as plantas percebem as mudanças climáticas mais que nós, simples mortais. Para o ser humano, aliás, as estações climáticas são, na maioria das vezes, enigmáticas ao extremo. Costuma-se dizer que em determinadas regiões brasileiras só há duas: in verno, com chuvas, e verão escaldante. Outono e primavera estariam embutidas nas duas primeiras.
Isso é percebido pelos nossos cinco falhos sentidos. As plantas, porém, sofrem com adversidades que, para nós, são contornaveis. Se estamos com calor, nos refrescamos, se estamos com frio, nos agasalhamos. Temos frutas o ano todo, e, por isso mesmo, não percebemos quais são de fato as frutas respectivas a estação climática que estamos vivenciando em determinado momento.
Dizer então que podemos realizar determinadas intervenções nas plantas a qualquer época do ano, é algo, no minimo, contraditório e atesta nosso completo desconhecimento sobre fisiologia vegetal, ou mesmo, para ficar no mais simples conhecimento, botanica inicial. 😲
Meu conselho é: pegue um bom livro de botânica, do 2.º grau, e estude um kadikim nele. Veja a estrutura molecular e celular das plantas. Analise o que é fotossintese, para que serve e como ocorre. Verifique tambem o fator climático, o que ele exerce e como isso ocorre nas espécies vegetais. Está tudo ali, no preto e no branco, fácil de entender, nem precisa professor.
As quatro estações climáticas, é bem verdade, são mais definidas em determinados pontos do planeta que em outros. Isso eu não desconsidero. Nós vivemos em um país tropical, e temos que analisar o clima sob essa perspectiva. Há ligeiras nuances dentro do nosso imenso território, e muito do que se faz e pratica no sul deve ser modificado para ser feito no nordeste ou no norte do país.
Essas diferenças climáticas, porém, não devem ser esquecidas por nós, nem confundidas com o que sentimos ou vemos. As plantas, repito, sentem de maneira diferente, emitindo respostas diferentes, recorrentes não só em relação à espécie a que pertencem, mas tambem ao grupo familiar, genero e variedade. Há uma diversificação imensa, que deve ser bem analisada.
Há, por isso mesmo, o momento certo para exercermos determinadas intervenções, para que não corramos o risco de perder material, seja essa perda parcial, como um galho secar por exemplo, seja total, quando toda a planta fenece e morre, sem que saibamos o que ocorreu, por não enterdermos como funciona isso de fato. Estudar biologia vegetal, botânica e fisiologia vegetal nos auxilia imensamente a entender um pouco mais sobre as plantas. Se houver aprofundamento nessas areas, o cultivador pode então aprender até mesmo sobre adubação.
Eu costumo dizer que faço adubação em minhas plantas durante todo o ano, sem interrupção. Muitos cultivadores, porém, costumam suspender a adubação no inverno. Outros, escolhem determinados períodos para adubar, considerando a espécie, por exemplo. Se tiver uma florifera, com a emissão dos botões, anunciando a próxima floração, costuma-se suspender a adubação, só retornando após ter se completado esse ciclo. O mesmo em relação às frutiferas: com o advento do novo fruto, suspende-se a adubação.
Há, ainda, adubação intercalada durante o ano, ou em amplo aspecto de acordo com as desfolhas, podas, aramações, cortes, etc. realizados ao longo do ano. Isso tudo implica em que as plantas devem ter, por parte do cultivador, um conhecimento maior do que supõe ele ter. Sob risco de que, ainda que tenha uma boa e linda planta nas mãos, na verdade não saber como proceder para mante-la estável ou, ainda, melhorar mais seu material. 🙄
O André escreve que o clima no ES é sempre o mesmo. Para ele é assim, mas para suas plantas, não. Elas vivenciam as quatro estações, com toda a certeza, ainda que isso possa, ao menos num olhar menos atento, parecer impossível que esteja ocorrendo. Ao se munir de conhecimento técnico, porém, o André com toda certeza irá mudar sua maneira de pensar e de ver o clima de seu estado. Detalhe: a teoria aprendida nós a colocamos em prática, todos os dias, no cultivo e lide diária com nossas plantas. 😉
Filipe Henrique19/01/2011 11:23
nickyfury,
Então, vc mesmo tem feito procedimentos que contradizem a literatura ao afirmar que podemos expor diretamente ao sol boa parte de nossas nativas sem problema!
Não é absurdo pensar que não ha tanta diferença assim entre as estações do ano aqui no estado para realizar esse tipo de poda, claro que, não fazemos esses procedimentos em quaisquer plantas e mesmo as nativas mais sensíveis buscamos épocas mais amenas, mesmo que estas sejam quase a mesma coisa.
Uma pitangueira não é exceção e nela eu podo as raízes em qualquer época do ano e desta forma nunca perdi galho ou planta, aqui no estado.
Marcelo Miller gosta de podar suas jabuticabeiras no meio do verão, e mostra fotos de excelente recuperação de suas plantas em uma antiga revista.
Nos não dissemos tb que as plantas não sentem a diferença do decorrer das estações do ano, apenas dissemos q não temos tido problemas em transplantá-las fora de época. É claro que as enzimas e outros catalisadores funcionam de uma forma a 33º e de outra a 33,5º, o desempenho dessas pode ser representado em um gráfico de função do 2º grau, analisando esse gráfico a mudança de desempenho por conta da nossa variação de temperatura é mínimo e talvez ai esteja à explicação de não apresentar problemas significativos para proceder dessa forma aqui.
Não sou botânico ou biólogo, mas ainda lembro boa parte de minhas aulas de ginásio 😄
meu ponto de vista vislumbra apenas uma variável e sabemos que no bonsai ha inúmeras delas ate por necessitar do conhecimento de varias ciências. Não sei que tipo de problema isso pode gerar a longo prazo, mas é de se respeitar a observação que tenho feito nos últimos anos assim como as observações feitas pelo Andre, ainda mais que foram feitas de forma não padronizada e independentes com o mesmo resultado.
Quanto a adubação, não tenho muito a acrescentar na discussão, ainda não me sinto seguro pra defender a adubação que faço e é um dos itens que me sinto mais carente de informação. Gostaria de saber alias se ha algum bom livro que vc me recomenda para este tema especifico.
abraços
André Luiz Santos19/01/2011 22:53
nickfury, Admiro muito sua boa vontade de ajudar a todos no fórum, você não poupa esforços para digitar e explicar seus pontos de vista, sem falar na tua linguagem culta e ao mesmo tempo tão explicativa...só acho que faltou um “amém” no final do seu texto acima.hehehehe,to zuando.
Filipe, vc tocou no nome do Marcelo Miller, 70% do que aprendi e pratiquei ate hoje devo a esse cara, eu ñ sou estudioso na arte do bonsai, tenho outros hobbys, ai pergunto a vc, por onde anda esse cara, ele tem publicado algum material??? Aprendi muito com revistas e vídeos antigos dele.Ensinamentos variam muito de bonsaista para bonsaista, experiências, atitudes erradas que dão certas e vice-versa, regras que as vezes deixam a tal pulga atrás da orelha...igual a certos estilos,trabalhos de madeira morta entre outros, que muitos falam que fogem do natural de tal espécie na natureza,por exemplo, as bouganvilleas são nativas aqui, e eu nunca vi e acho impossível um formato e uma copa tão frondosa como vemos bonsais de grandes mestres por ai...fuji do assunto, voltandooo...
nickfury, oque vc poderia me explicar sobre bosaistas que colocam por exemplo acer no congelador/geladeira...já que as plantas sentem todas a estações do ano?
Ah, aqui no ES o inverno não é chuvoso, é seco, a vegetação fica toda “torrada”, e como vc diz realmente a teoria aprendia a gente põem em pratica...mas de onde surge a teoria???...acho que surge de testes/praticas...e o teste que faço/pratico tem dado certo...seria coisa sem noção “tentar” mudar o que esta ótimo.
Pow...já ia me esquecendo...fiquei ate ofendido com partes de seu comentário... 🙁
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Dizer então que podemos realizar determinadas intervenções nas plantas a qualquer época do ano, é algo, no minimo, contraditório e atesta nosso completo desconhecimento sobre fisiologia vegetal, ou mesmo, para ficar no mais simples conhecimento, botanica inicial. Shocked
Meu conselho é: pegue um bom livro de botânica, do 2.º grau, e estude um kadikim
"Tá pegando pesado hein irmão!!! menino mau"rs...mas ta valendo, isso que dizer que sou um cara de sorte com os seres verdinhos...apesar de ser um completo leigo.vlw!
Guilherme Cahú20/01/2011 00:23
Falando em livros de botânica do Ensino Médio (2º grau), recomendo profundamente os livros de Sônia Lopes. São ótimos.
Claro, você não precisa comprar uma "bíblia da biologia" (porque o volume único é grandão mesmo!), então minha sugestão é que se procure uma biblioteca para ler e estudar por Sonia Lopes.
De qualquer modo, alguns livros antigos continuam sendo mais completos que livros atuais. Certa vez peguei um na biblioteca da escola, do qual não lembro o nome, que era da época em que os fungos ainda eram classificados como vegetais xD, mas isso nem atrapalhava muito. Lá havia diversas informações, das quais muitas eu não conheci pelo meu livro de Ensino Médio (mas também, nada que realmente fosse cobrado no Ensino Médio).
Então, se quem procura acha, desejo boa sorte e uma boa procura à vocês! 😄
Clima, tempo...
É interessante falar sobre esse assunto; seria algo que daria páginas e mais páginas em um tópico de discussões.
Aqui, em Recife, costumamos dizer que não temos inverno. Dizemos que temos: verão quente e verão chuvoso xD
Quando comecei a aprender sobre bonsai, aqui no fórum, comecei a prestar mais atenção nas árvores e, consequentemente, na sua produção de frutos...
Percebi que as mangueiras ficam floridas no fim do outono, que os pau brasil geralmente só vêm dar frutos em janeiro, e fatos do tipo.
Eu comecei a listar as árvores, e percebi que no meu bairro inteiro existem 2 Ipês Rosa e que perto da minha casa tem uns pés de Jasmim e Pau Brasil... Percebi, agora há pouco, que a vizinha te uma Jabuticabera, etc... etc.. etc...
Para ser sincero, a partir desse ano estarei prestando mais atenção nas estações, principalmente as que não parecem existir aqui, mas tal fato já é observável pelo próprio ciclo das plantas, mesmo que não seja literalmente sentido por nós.
Em alguns lugares, porém, mesmo aqui no estado, existem diferenças climáticas (em relação ao padrão) um tanto bruscas, como os brejos de exposição (termo geográfico) onde se situam cidades como Gravatá, por exemplo.
De acordo com a classificação climática de Köppen, esses lugares chegam a apresentar clima mediterrâneo.
Cito isso para observarmos que, além do clima, podemos trabalhar com algo mais específico, em um lugar mais específico, até mesmo a chegar no patamar do que chamamos de micro clima.
Então, talvez o André tenha achado o local ideal com a moradia ideal que gera o micro clima ideal (mesmo que sensivelmente diferente do padrão do estado dele) que permita o manejo da Pitangueira ideal em qualquer época do ano, mesmo com o prosseguimento do ciclo vital normal de sua planta. Com outros, porém, geralmente é diferente.
É uma questão, como dito anteriormente, de muitas variáveis. 😉
Temos muito a analisar. 😉
Tiago R20/01/2011 09:14
Não entendo do assunto mas creio que vários fatores influenciam. Não só o clima, época, etc.
Saúde da planta, recipiente, cultivador, substrato, etc...
Filipe Henrique20/01/2011 10:20
concertesa Tiago R,
disse e enfatizo, não da pra explicar quase nada no bonsai sobre uma otica simples.
talvez não de nem pra fazer uma LISTA de variaveis que influencien nisso.
vento, posição do sol, tempo do nascente ao poente, temperatura media dia e na noite temperatura maxima e minima, amplitude maxima de temperatura dia, humidade relativa do ar...sei lá mais uq, saber como ocorre as quebras moleculares nos vegetais para guardar ou usar energia não é dificil....
Guilherme,
concordo com vc, Temos muito a analisar.
principalmente dado que ao confinarmos uma arvore em um punhado de terra muitas coisas mudam. Repito novamente(não estou sendo redundante) não disse que as plantas não percebem as estações, disse que isso não influencia significativamente no resultado do reenvase.
André,
até procurei no gooogle mas ... tem tanta materia com o nome dele que desanimei.
eu ouvi dizer que ele saiu do circuito comercial do bonsai ha alguns anos, não tenho mais informações.
abraços