Orlando (Lando)
QUEM SOU EU?
Anjo Torto
Essência de criança alegre
Anjo encapetado
Ora moleque, ora juíz
Artista travesso
Dança com o corpo e a alma
Sente na pele o fogo da arte
A energia lhe sobe pelas pernas e transborda no cabelo revolto...
Orlando poesia, poeta, poema...
Música, estória..., amor.
Encontro simples e presente.
Verdade que vira vício!
Calmaria e tempestade que
Tomam conta do mar, do ser, do corpo
Amigos irmãos
Na androgenia desconexa de nossas almas
É o que somos
Reflexo meu
Presente na firme harmonia de nossa amizade
Refletida em mim, em ti, em mim...
Por: Leonardo Cabral
Nick: LANDO

Um pouco sobre mim e as coisas que curto e faço:
Chamo-me Orlando, sou solteiro, estou próximo de completar 28 anos (em outubro), resido com meus pais em São Pedro da Aldeia – RJ (Região dos Lagos). Tenho uma família linda!
Sou um cara que ama a Natureza. Adoro biologia, sou fanático por árvores, por bonsai, por orquídeas, por plantas insetívoras (carnívoras) e abelhas indígenas (sem ferrão)... Também sou muito ligado às artes de uma forma geral: seja pelo teatro (uma paixão), pelo artesanato, pela poesia, pela música e até mesmo pela dança. A Língua Portuguesa não larga dos meus pés, mesmo quando tropeço nas palavras (quando vocês virem um erro meu, eu peço, por favor, que me corrijam! Não ficarei envergonhado! Ficarei grato). Minha cabeça está para as Ciências Jurídicas - estudei até o 5º período (tranquei a faculdade por “força maior”); e, meu corpo... O meu corpo está para a vida, porque amo viver! - e não tenho medo da morte. Além do mais, sou um filósofo, vivo a contemplar paisagens... Sou muito observador... Prezo o respeito... Sou humilde, mas não sei ser humilhado (não engulo sapos nem bem temperados! Se forçarem a barra, vomito na hora!). Sinto-me feliz!!!
Atuando na peça: Flores, para quem o amor passou. Cabo Frio 19/08/05.

Personagem: Bufão (em primeiro plano)
Vejam mais fotos do espetáculo no site:http://www.festcultural.com.br
Outra apresentação (solo): Hecatombe Dionisíaca

Performance Minimalista
Foto de uma pintura minha:

Título: Irene. Técnica: giz de cera sobre cartão.
O BONSAI
Como comecei na arte:
Como tantos amigos, eu fui mais um que também conheceu o bonsai pela TV (filme) – achei fascinante. Mas meu interesse pela arte surgiu bem depois... O primeiro “bonsai” que adquiri foi em 1995, portanto ele fará onze anos (comigo), em janeiro/96. Na verdade ele é um pouquinho mais velho - razão por que o recolhi (yamadori) de uma mata que fica próximo à minha casa. Trata-se pois, de uma jabuticabeira híbrida. Não pretendo modificar muito sua estrutura; só realizei podas de folhas e raízes, e troca de substrato (manutenções). Do jeito que o plantei no tijolo, lá ele ficará. Eu o tenho como um símbolo. Ele representa o que foi a minha ingenuidade e marca minha partida para conhecer e aprender melhor essa arte... E ainda tenho uma estrada pela frente!
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Não possuo bonsai. Tudo o que tenho são pré - distantes ainda de serem considerados bonsai... Minha dedicação é recente, e, a atenção devida à arte sempre está dividida com outros tantos afazeres – razão essa que não me deixa tornar verdadeiramente um bonsaísta.
Estou caminhando.
Bom, aqui eu termino.
Fica o meu abraço a todos vocês.
Anjo Torto
Essência de criança alegre
Anjo encapetado
Ora moleque, ora juíz
Artista travesso
Dança com o corpo e a alma
Sente na pele o fogo da arte
A energia lhe sobe pelas pernas e transborda no cabelo revolto...
Orlando poesia, poeta, poema...
Música, estória..., amor.
Encontro simples e presente.
Verdade que vira vício!
Calmaria e tempestade que
Tomam conta do mar, do ser, do corpo
Amigos irmãos
Na androgenia desconexa de nossas almas
É o que somos
Reflexo meu
Presente na firme harmonia de nossa amizade
Refletida em mim, em ti, em mim...
Por: Leonardo Cabral
Nick: LANDO
Um pouco sobre mim e as coisas que curto e faço:
Chamo-me Orlando, sou solteiro, estou próximo de completar 28 anos (em outubro), resido com meus pais em São Pedro da Aldeia – RJ (Região dos Lagos). Tenho uma família linda!
Sou um cara que ama a Natureza. Adoro biologia, sou fanático por árvores, por bonsai, por orquídeas, por plantas insetívoras (carnívoras) e abelhas indígenas (sem ferrão)... Também sou muito ligado às artes de uma forma geral: seja pelo teatro (uma paixão), pelo artesanato, pela poesia, pela música e até mesmo pela dança. A Língua Portuguesa não larga dos meus pés, mesmo quando tropeço nas palavras (quando vocês virem um erro meu, eu peço, por favor, que me corrijam! Não ficarei envergonhado! Ficarei grato). Minha cabeça está para as Ciências Jurídicas - estudei até o 5º período (tranquei a faculdade por “força maior”); e, meu corpo... O meu corpo está para a vida, porque amo viver! - e não tenho medo da morte. Além do mais, sou um filósofo, vivo a contemplar paisagens... Sou muito observador... Prezo o respeito... Sou humilde, mas não sei ser humilhado (não engulo sapos nem bem temperados! Se forçarem a barra, vomito na hora!). Sinto-me feliz!!!
Atuando na peça: Flores, para quem o amor passou. Cabo Frio 19/08/05.

Personagem: Bufão (em primeiro plano)
Vejam mais fotos do espetáculo no site:http://www.festcultural.com.br
Outra apresentação (solo): Hecatombe Dionisíaca

Performance Minimalista
Foto de uma pintura minha:
Título: Irene. Técnica: giz de cera sobre cartão.
O BONSAI
Como comecei na arte:
Como tantos amigos, eu fui mais um que também conheceu o bonsai pela TV (filme) – achei fascinante. Mas meu interesse pela arte surgiu bem depois... O primeiro “bonsai” que adquiri foi em 1995, portanto ele fará onze anos (comigo), em janeiro/96. Na verdade ele é um pouquinho mais velho - razão por que o recolhi (yamadori) de uma mata que fica próximo à minha casa. Trata-se pois, de uma jabuticabeira híbrida. Não pretendo modificar muito sua estrutura; só realizei podas de folhas e raízes, e troca de substrato (manutenções). Do jeito que o plantei no tijolo, lá ele ficará. Eu o tenho como um símbolo. Ele representa o que foi a minha ingenuidade e marca minha partida para conhecer e aprender melhor essa arte... E ainda tenho uma estrada pela frente!
Não possuo bonsai. Tudo o que tenho são pré - distantes ainda de serem considerados bonsai... Minha dedicação é recente, e, a atenção devida à arte sempre está dividida com outros tantos afazeres – razão essa que não me deixa tornar verdadeiramente um bonsaísta.
Estou caminhando.
Bom, aqui eu termino.
Fica o meu abraço a todos vocês.