Pepe, acredito, como afiança o nobre colega Elio Luis, que as cidades sulistas tenham, adornando ruas, praças, parques e jardins, uma profusão de plantas que aqui em Brasilia poucos conhecem. Mesmo porque, aqui, tais plantas não vicejam como aí, por causa do clima cáustico e seco. 😲
Como disse, o mais perto que pude chegar foi em Campos do Jordão/SP, onde o clima serrano propicia e estimula mesmo a formação e crescimento dessas espécies, apresentando elas todas as nuances que lhe são caracteristicas. Na foto abaixo, por exemplo, estou ao lado de uma acer palmatum, situado nos jardins de um hospital daquela cidade paulista:
detalhe da folhagem, densa e bem compactada:
Não bastasse o tronco, o nebari tambem impressiona:
Aqui, um liquidambar, que como frisou bem o Elio Luis, é muitas vezes confundido com o acer kaede:
Outro liquidambar, destacando o nebari radial, lindo:
Por ultimo, um taxodium, tambem chamado pinheiro do brejo:
O tronco desta arvore é impressionante. O máximo que eu tinha vista até hoje foi um pré bonsai, pertecente ao bonsaista Francisco Lustosa, aqui de Brasilia, cujo tronco tem um diametro máximo de 45 cm. Esse da foto é um portento, magnifico exemplar, e está bem plantado no solo. 😄