É engraçado: como é que não prestavamos tanta atenção para as arvores ao nosso redor, antes de sermos bonsaistas? Parece ficarmos atordoados com isso. Seríamos cegos a tanta majestade, tanta beleza, tanta riqueza de detalhes? 😲 😲
Depois que descobrimos a arte bonsai, todos nós, sem exceção, passamos enxergar melhor, nos tornamos observadores "natos" das arvores e arbustos com que nos deparamos em praças, jardins, quintais, matas e florestas, em nossa cidade, no campo, em fazendas e mesmo nas estradas, quando viajamos de carro para algum lugar. 😂 😂
Isso para não falarmos da nossa particularidade em querer fotografar todas, em todos os angulos, mostrando as menores peculiaridades de cada arvore, nos minimos detalhes, encantados, embasbacados ante sua natureza estranha, peculiar, que comparamos com nossos bonsai. Nossos e de outros bonsaistas. 😄
E, à medida que avançamos em nosso conhecimento na nobre arte bonsai, mais e mais vamos aumentando nosso cabedal nesse sentido, de querermos fazer igual a uma determinada arvore que avistamos, ou que fotografamos, num parque, num jardim, numa estrada..... 😄
Estas últimas são exemplares encontráveis no cerrado do planalto central. A maioria tem tronco e galhos retorcidos, mas as folhas são duras e grandes demais, como as do pequizeiro. Mas nem por isso menos belas, ou menos impressionantes e singulares. 😄
Ipê florido:
A natureza é sempre exuberante:
Os contrastes sempre atraem os olhares, atentos olhares de bonsaistas: