Tracionar? veja isto:
Um recurso excelente, para moldar, baixar ou entortar galho ou tronco de uma planta, a tração pode ser feita de diversas maneiras, sendo a mais comum a que utiliza arame. Mas há quem prefira usar apenas um fio de nylon, do tipo linha de pesca, ou uma borracha ou mesmo uma barra de ferro com sarrafos de madeira. 😄
Independentemente do uso a que se destina, a força exercida pelo tracionamento proporciona um resultado por vezes mais promissor que o uso de arames, mesmo porque há galhos ou troncos que não se podem aramar, por qualquer que seja a razão, ensejando que o movimento que se pretende obter tenha que ser realizado com o uso dessa técnica milenar. 😄
Na China antiga, por exemplo, usava-se recortes de tecido de seda pura, torcidos, com pedras presas na extremidade, para forçar determinado galho a adotar determinada posição. Mais tarde, com o advento da fiação da seda, substituiu-se o recorte por fios ultraresistentes de seda. 😄
Mas isso é história antiga, né? hoje em dia fazemos diferente. Descobri, numa das minhas andaças pelos sites japoneses, que o ideal mesmo é usar um material mais moderno: abraçadeiras de nylon.
Os modelos mais comuns e baratos, só podem ser utilizados uma vez. Mas, para aqueles que podem gastar um pouco mais , existem alguns modelos (mais caros, é óbvio) que podem ser abertos e fechados várias vezes (o que, nesse caso, compensa o preço superior dos outros mais simples):


Certo. Mas como usar isto para tracionar? Bem, nada como testar em nossas plantas para ver como é que funciona. Foi o que fiz, num acer kaede, após aramar os galhos e parte do tronco (apical). Alguns galhos precisaram de um reforço extra para ficarem numa posição que considerei melhor para a formação estrutural:



Pode-se prender a abraçadeira tanto no tronco quanto em uma raiz mais grossa, exposta:

Gostei tanto do resultado, que apliquei em outras plantas. Vejam esse acer kaede literati em desenvolvimento:
Para não sobrar pontas, corta-se o excesso após atingir o limite proposto pelo cultivador em sua planta:



Vejam essa ameixeira, que estou estilizando como han kengai:


Uma técnica simples, eficaz e que, melhor de tudo, não marca demasiado, como acontece com arame ou linha de nylon:


Esse material é comprado a preços irrisórios no mercado, vendido geralmente acondicionado em sacos plasticos, variando a quantidade, tamanho e cor:

Serrilhado, a ponta é passada por uma extremidade anelada, com um retentor, travando na medida exata visada pelo usuário. Dessa forma, não há como soltar, mesmo que acidentalmente. Tal abraçadeira podemos comumentemente ver sendo usada até mesmo pela força policial americana, para prender os pulsos dos criminosos detidos, no lugar da tradicional algema metálica:


Independentemente do uso a que se destina, a força exercida pelo tracionamento proporciona um resultado por vezes mais promissor que o uso de arames, mesmo porque há galhos ou troncos que não se podem aramar, por qualquer que seja a razão, ensejando que o movimento que se pretende obter tenha que ser realizado com o uso dessa técnica milenar. 😄
Na China antiga, por exemplo, usava-se recortes de tecido de seda pura, torcidos, com pedras presas na extremidade, para forçar determinado galho a adotar determinada posição. Mais tarde, com o advento da fiação da seda, substituiu-se o recorte por fios ultraresistentes de seda. 😄
Mas isso é história antiga, né? hoje em dia fazemos diferente. Descobri, numa das minhas andaças pelos sites japoneses, que o ideal mesmo é usar um material mais moderno: abraçadeiras de nylon.
Os modelos mais comuns e baratos, só podem ser utilizados uma vez. Mas, para aqueles que podem gastar um pouco mais , existem alguns modelos (mais caros, é óbvio) que podem ser abertos e fechados várias vezes (o que, nesse caso, compensa o preço superior dos outros mais simples):


Certo. Mas como usar isto para tracionar? Bem, nada como testar em nossas plantas para ver como é que funciona. Foi o que fiz, num acer kaede, após aramar os galhos e parte do tronco (apical). Alguns galhos precisaram de um reforço extra para ficarem numa posição que considerei melhor para a formação estrutural:
Pode-se prender a abraçadeira tanto no tronco quanto em uma raiz mais grossa, exposta:
Gostei tanto do resultado, que apliquei em outras plantas. Vejam esse acer kaede literati em desenvolvimento:
Para não sobrar pontas, corta-se o excesso após atingir o limite proposto pelo cultivador em sua planta:
Vejam essa ameixeira, que estou estilizando como han kengai:
Uma técnica simples, eficaz e que, melhor de tudo, não marca demasiado, como acontece com arame ou linha de nylon:
Esse material é comprado a preços irrisórios no mercado, vendido geralmente acondicionado em sacos plasticos, variando a quantidade, tamanho e cor:
Serrilhado, a ponta é passada por uma extremidade anelada, com um retentor, travando na medida exata visada pelo usuário. Dessa forma, não há como soltar, mesmo que acidentalmente. Tal abraçadeira podemos comumentemente ver sendo usada até mesmo pela força policial americana, para prender os pulsos dos criminosos detidos, no lugar da tradicional algema metálica:

