Piracanta coccinea
A planta mostrada a seguir é o resultado de um primeiro alporque, realizado numa arvore que crescia no chão há uns sete anos. O galho possuia uma curva acentuada, com uma formação continuada de um galho muito reto, e eu não atinei com nenhuma possibilidade de estruturação se optasse por manter o galho original. Sendo assim, procedi a outro alporque, cortando fora o galho, que será aproveitado para outro trabalho, oportunamente, restando esse toco:

Ao lado, o galho obtido com o alporque:

Após acertar melhor o corte radical, após a retirada do alporque, optei por trabalhar com vistas a formar um moyogi:

Corte rebaixado, para favorecer a cicatrização:

Após aplicar pasta seladora, o corte foi coberto com papel aluminio, o que preserva a area exposta, evitando apodrecimento, ao mesmo tempo que promove sua recuperação:

Dois galhinhos foram preservados, aramados de forma a proporcionar uma primeira estilização, enquanto aguardo novas brotações com que trabalhar e aprimorar a estruturação aerea:

Substrato bem drenante, com aporte de matéria orgânica (TM+FO+Fosway):

Esse trabalho segue a outro, mais antigo, que está praticamente formado:

Ao lado, o galho obtido com o alporque:
Após acertar melhor o corte radical, após a retirada do alporque, optei por trabalhar com vistas a formar um moyogi:
Corte rebaixado, para favorecer a cicatrização:
Após aplicar pasta seladora, o corte foi coberto com papel aluminio, o que preserva a area exposta, evitando apodrecimento, ao mesmo tempo que promove sua recuperação:
Dois galhinhos foram preservados, aramados de forma a proporcionar uma primeira estilização, enquanto aguardo novas brotações com que trabalhar e aprimorar a estruturação aerea:
Substrato bem drenante, com aporte de matéria orgânica (TM+FO+Fosway):
Esse trabalho segue a outro, mais antigo, que está praticamente formado: