Acer burgerianum, atualização
Em 2004, quando participava de um magnifico evento no Atelier do grande Dom Mario, tive a oportunidade comprar do Vicente Romagnole, tres grandes aceres, variedade burgerianum (kaede). Desde então, venho conduzindo essas plantas com a finalidade de formar uma estruturação aerea adequada, com boa densificação e ramificação. Para tanto, faço duas desfolhas anuais, efetuando podas de manutenção e condução, com o aporte de aramação. Este ano, após desfolha completa, as plantas retornaram com uma vigorosa brotação, ainda que diferente do que ocorre no sul, sua coloração não seja tão vermelha:
Na sequencia, fotos iniciais das plantas, e como se encontram atualmente:



É preciso estar atento a que, após favorecer a estruturação, este ano irei dar inicio a melhoria do nebari, fazendo enxertos nas raízes, para aprimorar o nebari radial que é fraco atualmente. Há, ainda, os grandes cortes na parte superior do tronco, que estão sendo cicatrizados gradativamente. Buscarei, ainda, aproximar as brotações do tronco, evitando deixar os galhos alongarem-se em demasia:




O substrato original foi substituido por um novo, mais drenante: caco de telha, pedrisco, carvão vegetal, casca de pinus, terra granulada (cupinzeiro queimado):



Em alguns galhos, a maioria aliás, podem ser vistos sulcos produzidos pelo excesso da aramação. Isso não é preocupante, pois ao longo dos anos irão desaparecer completamente, sem nenhum prejuízo para a planta, inclusive:






O clima aqui de Brasilia (há vários meses sem chuva) extremamente quente, seco e de baixissima umidade, é o responsável pela cor esmaecida dessa nova folhagem dos aceres. Infelizmente, se quisermos ter essa espécie, temos que aprender a lidar com isso e, como nossas plantas, sofrer as consequencias advindas desse tipo de clima. 🙁 🙁 O que não impede, contudo, que realizemos os trabalhos necessários para melhorar a qualidade dos nossos bonsai. 😉
Na sequencia, fotos iniciais das plantas, e como se encontram atualmente:
É preciso estar atento a que, após favorecer a estruturação, este ano irei dar inicio a melhoria do nebari, fazendo enxertos nas raízes, para aprimorar o nebari radial que é fraco atualmente. Há, ainda, os grandes cortes na parte superior do tronco, que estão sendo cicatrizados gradativamente. Buscarei, ainda, aproximar as brotações do tronco, evitando deixar os galhos alongarem-se em demasia:
O substrato original foi substituido por um novo, mais drenante: caco de telha, pedrisco, carvão vegetal, casca de pinus, terra granulada (cupinzeiro queimado):
Em alguns galhos, a maioria aliás, podem ser vistos sulcos produzidos pelo excesso da aramação. Isso não é preocupante, pois ao longo dos anos irão desaparecer completamente, sem nenhum prejuízo para a planta, inclusive:
O clima aqui de Brasilia (há vários meses sem chuva) extremamente quente, seco e de baixissima umidade, é o responsável pela cor esmaecida dessa nova folhagem dos aceres. Infelizmente, se quisermos ter essa espécie, temos que aprender a lidar com isso e, como nossas plantas, sofrer as consequencias advindas desse tipo de clima. 🙁 🙁 O que não impede, contudo, que realizemos os trabalhos necessários para melhorar a qualidade dos nossos bonsai. 😉