Celtis, yamadori no quintal
Período chuvoso em Brasilia é o indicativo de que chegou o momento certo para retirar do solo umas plantinhas que foram "esquecidas" na engorda, isto é, estavam aguardando um bom engrossamento em seus troncos. Selecionei duas celtis e mandei ver. A primeira delas, após retirada, foi posta num caixote que antes fora ocupado por um ulmus:
Ainda no carrinho, para se ter uma idéia do tamanho da bruta:



O caixote, após a retirada do ulmus, levado pelo bonsaista Braitener para a fazenda dele, em Alexania/GO, servia para plantar salsinha:

Por causa das raizes muito grossas, foi necessário uma sangria na planta, realizada seis meses antes de sua retirada do solo. Benéfica, pode ser vista a boa quantidade de raizame capilar na base:

O caixote ficou "pequeno" quando devidamente ocupado pela planta:


Neste recipiente, a planta deverá permanecer mais um ano, ou até que se perceba sua completa recuperação, antes de replanta-la em um vaso de treinamento. Após 60 dias, iniciarei a adubação, para acelerar esse processo e abastecer a planta com recursos que permitam sua continuidade no seu fortalecimento vegetativo.

A segunda celtis, trata-se de um tronco duplo. Essa caracteristica mostrou-se bem adequada, sendo mantida a formação original, ao invés de separar os troncos:

Os troncos estavam muito altos, movitando que eu os cortasse, para adequar sua forma ao nebari e tachiagari. O raizame, como na primeira planta, sofreu sangria antecipada:


Mas mesmo assim tiveram que ser cortadas algumas raizes mais grossas, que cresciam voltadas para baixo:



Aqui, uma boa visão do conjunto, bem como da altura dos troncos:

Como não havia caixote pronto, tive que construir um, às pressas:

Um pouco de caco ceramico no fundo, para drenar bem:

Uma segunda camada com areia grossa de rio, sem peneirar:

Bioplant, para garantir uma recuperação adequada:

A planta é então colocada sobre o substrato BIOPLANT, após ter reduzido sua altura, conforme indiquei que faria:



Um pouco mais de BIOPLANT sobre as raizes, para garantir:

Uma planta grande como essa consome quase o saco todo (25kg):

Por fim, mais areia grossa, cobrindo tudo. A areia contribui para manter a umidade necessária à recuperação da planta, sem contudo permitir que fique encharcada, o que pode ser fatal, principalmente no período chuvoso atual:



Após plantar, efetua-se a primeira rega, baixando então o nível da areia, quando podemos observar a base desta ultima planta:

Bem, peço vênia aos nobres colegas e amigos por não ter aberto dois tópicos distintos para cada planta, mas como foram retiradas e replantadas no mesmo dia e local, achei interessante manter isso na postagem, para que o trabalho possa ser devidamente apreciado. Opiniões, sugestões e criticas são sempre bem vindas, fiquem a vontade para isso. 😄
Ainda no carrinho, para se ter uma idéia do tamanho da bruta:
O caixote, após a retirada do ulmus, levado pelo bonsaista Braitener para a fazenda dele, em Alexania/GO, servia para plantar salsinha:
Por causa das raizes muito grossas, foi necessário uma sangria na planta, realizada seis meses antes de sua retirada do solo. Benéfica, pode ser vista a boa quantidade de raizame capilar na base:
O caixote ficou "pequeno" quando devidamente ocupado pela planta:
Neste recipiente, a planta deverá permanecer mais um ano, ou até que se perceba sua completa recuperação, antes de replanta-la em um vaso de treinamento. Após 60 dias, iniciarei a adubação, para acelerar esse processo e abastecer a planta com recursos que permitam sua continuidade no seu fortalecimento vegetativo.
A segunda celtis, trata-se de um tronco duplo. Essa caracteristica mostrou-se bem adequada, sendo mantida a formação original, ao invés de separar os troncos:
Os troncos estavam muito altos, movitando que eu os cortasse, para adequar sua forma ao nebari e tachiagari. O raizame, como na primeira planta, sofreu sangria antecipada:
Mas mesmo assim tiveram que ser cortadas algumas raizes mais grossas, que cresciam voltadas para baixo:
Aqui, uma boa visão do conjunto, bem como da altura dos troncos:
Como não havia caixote pronto, tive que construir um, às pressas:
Um pouco de caco ceramico no fundo, para drenar bem:
Uma segunda camada com areia grossa de rio, sem peneirar:
Bioplant, para garantir uma recuperação adequada:
A planta é então colocada sobre o substrato BIOPLANT, após ter reduzido sua altura, conforme indiquei que faria:
Um pouco mais de BIOPLANT sobre as raizes, para garantir:
Uma planta grande como essa consome quase o saco todo (25kg):
Por fim, mais areia grossa, cobrindo tudo. A areia contribui para manter a umidade necessária à recuperação da planta, sem contudo permitir que fique encharcada, o que pode ser fatal, principalmente no período chuvoso atual:
Após plantar, efetua-se a primeira rega, baixando então o nível da areia, quando podemos observar a base desta ultima planta:
Bem, peço vênia aos nobres colegas e amigos por não ter aberto dois tópicos distintos para cada planta, mas como foram retiradas e replantadas no mesmo dia e local, achei interessante manter isso na postagem, para que o trabalho possa ser devidamente apreciado. Opiniões, sugestões e criticas são sempre bem vindas, fiquem a vontade para isso. 😄