bonsai
Pedro, vc mesmo respondeu a sua pergunta sobre adubação: "mesmo sendo QUASE inverno?": se ainda não estamos no inverno, e falta muito até que ele chegue, não há problema algum em adubar. Mesmo porque ao fazê-lo agora, vc fornece "alimento" para que sua planta possa acelerar o processo de recuperação no quesito brotações vigorosas, ao mesmo tempo que acumula energia para sobreviver ao inverno iminente.
Sugiro que faça uma mistura de 70% de torta de mamona+25% de farinha de osso+5%de adubo liquido, diluido em agua, que irá usar para preparar a massa, depositando então seis colheres de sopa ou seis copinhos plasticos daqueles para cafezinho, na borda do recipiente atual (afastado do tronco e do centro), em toda a volta da planta. Essa mistura costuma exalar um odor muito forte, repugnante mesmo, quando começa a se decompor e entrar no processo de fermentação. Para evitar isso, alguns cultivadores costumam levar a planta adubada para local afastado da residência. Cuidado com animais domésticos porém, vez que o odor atrai cães e gatos, que reviram o adubo retirando-o.
Um recurso que utilizo para proteger o adubo e manter firme no lugar é usar como recipiente fundo de garrafas de agua mineral, de meio litro para menos, devidamente perfuradas. Encho com adubo e emborco sobre o solo, nas condições que citei acima, colocando sobre ela um pedaço de arame, para fixar adequadamente e evitar que caia ou se solte, por razões diversas. O odor do material em decomposição atrai moscas pequenas, médias e grandes. Por isso, ao misturar os produtos secos adicione umas duas a tres colheres de sopa de formicida em pó (recomendo a marca Pikapau, de cor rosa), para que as larvas eclodidas dos ovos das moscas não vinguem, e morram ao "comer" o adubo.
Essas larvas costumam atrair passaros, que reviram o adubo, espalhando-o e jogando ao chão todo o nosso trabalho. Sem larvas, sem passaros. Simples, né? Lembre-se sempre de usar luvas, óculos para evitar acidentes com esse tipo de produto. 😉
Por outro lado, se não quiser usar essa mistura em razão dos motivos expostos acima, pode usar osmocote, seguindo as especificações minimas recomendadas pelo fabricante. É inodoro e não desperta tanto a cobiça de animais, embora aconselhe acondicionar em recipientes plasticos menores que os fundos de garrafa, para que permaneça por mais tempo no solo, impedindo sua dispersão pela rega diária.
Lembre-se: ao usar adubação, coloque a metade no escorredor e o triplo na bacia/mamadeira, dependendo da quantidade que irá usar.
Sobre o inverno: algumas plantas entram em período de dormência, mas continuam ativas mesmo nesse período. Então, não há porque não adubar tambem no inverno. Eu costumo adubar a cada 45 dias, sendo inverno, verão, primavera ou outono. Claro que o critério que uso é diferente, vez que qualifico a adubação conforme a espécie e não a estação do ano, vez que em meu viveiro cultivo várias e em grande quantidade de plantas. É preciso então fazer um manejo adequado, não só para não me sobrecarregar com trabalho excessivo, tentando adubar tudo de uma só vez e ao mesmo tempo, como para garantir resultados adequados a cada planta em particular.
Busco explorar dessa forma grupos de espécies, adubando sempre de maneira seletiva e conforme uma tabela que criei para meu uso apenas, considerando as plantas que tenho em cultivo. 😉
Sugiro que faça uma mistura de 70% de torta de mamona+25% de farinha de osso+5%de adubo liquido, diluido em agua, que irá usar para preparar a massa, depositando então seis colheres de sopa ou seis copinhos plasticos daqueles para cafezinho, na borda do recipiente atual (afastado do tronco e do centro), em toda a volta da planta. Essa mistura costuma exalar um odor muito forte, repugnante mesmo, quando começa a se decompor e entrar no processo de fermentação. Para evitar isso, alguns cultivadores costumam levar a planta adubada para local afastado da residência. Cuidado com animais domésticos porém, vez que o odor atrai cães e gatos, que reviram o adubo retirando-o.
Um recurso que utilizo para proteger o adubo e manter firme no lugar é usar como recipiente fundo de garrafas de agua mineral, de meio litro para menos, devidamente perfuradas. Encho com adubo e emborco sobre o solo, nas condições que citei acima, colocando sobre ela um pedaço de arame, para fixar adequadamente e evitar que caia ou se solte, por razões diversas. O odor do material em decomposição atrai moscas pequenas, médias e grandes. Por isso, ao misturar os produtos secos adicione umas duas a tres colheres de sopa de formicida em pó (recomendo a marca Pikapau, de cor rosa), para que as larvas eclodidas dos ovos das moscas não vinguem, e morram ao "comer" o adubo.
Essas larvas costumam atrair passaros, que reviram o adubo, espalhando-o e jogando ao chão todo o nosso trabalho. Sem larvas, sem passaros. Simples, né? Lembre-se sempre de usar luvas, óculos para evitar acidentes com esse tipo de produto. 😉
Por outro lado, se não quiser usar essa mistura em razão dos motivos expostos acima, pode usar osmocote, seguindo as especificações minimas recomendadas pelo fabricante. É inodoro e não desperta tanto a cobiça de animais, embora aconselhe acondicionar em recipientes plasticos menores que os fundos de garrafa, para que permaneça por mais tempo no solo, impedindo sua dispersão pela rega diária.
Lembre-se: ao usar adubação, coloque a metade no escorredor e o triplo na bacia/mamadeira, dependendo da quantidade que irá usar.
Sobre o inverno: algumas plantas entram em período de dormência, mas continuam ativas mesmo nesse período. Então, não há porque não adubar tambem no inverno. Eu costumo adubar a cada 45 dias, sendo inverno, verão, primavera ou outono. Claro que o critério que uso é diferente, vez que qualifico a adubação conforme a espécie e não a estação do ano, vez que em meu viveiro cultivo várias e em grande quantidade de plantas. É preciso então fazer um manejo adequado, não só para não me sobrecarregar com trabalho excessivo, tentando adubar tudo de uma só vez e ao mesmo tempo, como para garantir resultados adequados a cada planta em particular.
Busco explorar dessa forma grupos de espécies, adubando sempre de maneira seletiva e conforme uma tabela que criei para meu uso apenas, considerando as plantas que tenho em cultivo. 😉






.jpg)















