Holvênia dulcis, ou uva do Japão...
A Hovênia dulcis (Japanese Raisin Tree), conhecida popularmente como "uva do Japão", embora seu fruto não se pareça em nada com uvas, na minha opinião:

Possui um tronco robusto, com uma casca dura e rugosa, constituindo-se num ótimo material, quando mais velha, para a formação visando um bonsai. Planta resistente ao tempo inclemente do cerrado, sua melhor época é no período chuvoso, vez que quando o clima muda para estio, com temperaturas altas e umidade baixa, suas folhas ressentem-se bastante, ficando com uma tonalidade escura, com as bordas ligeiramente queimadas, como ocorre tambem com o acer palmatum.
Mas, tirante isso, permite um trabalho estrutural adequado, aceitando bem podas de manutenção e aramação. Esse material eu venho cultivando há oito anos:


Apesar do tronco com linha reta, os galhos receberam um movimento mais anguloso, para ficarem mais de acordo com a arvore na natureza:

Há uns seis anos o tronco apresentou uma necrose que me obrigou a uma escavação na madeira, como forma de conter o avanço do problema. O resultado foi um sabamiki:

Quanto mais velho fica o tronco, mais corticosa, dura e compacta se torna sua casca:


Apesar do tronco aberto com o sabamiki, o nebari impressiona, mostrando uma frente poderosa:

As folhas têm um formato bonico, uma cor vistosa, e devem ser continuadamente pinçadas para manter um tamanho proporcional, mais adequado:


Face a esse tipo de intervenção, constantemente aplicado, a planta não frutificou ainda. Mas pelo menos apresenta uma estrutura com uma ligeira harmonia.

Se alguem mais tiver experiencia com a espécie e quiser dividir informações, esteja à vontade. Ou se quiserem opinar, tambem. 😉
Possui um tronco robusto, com uma casca dura e rugosa, constituindo-se num ótimo material, quando mais velha, para a formação visando um bonsai. Planta resistente ao tempo inclemente do cerrado, sua melhor época é no período chuvoso, vez que quando o clima muda para estio, com temperaturas altas e umidade baixa, suas folhas ressentem-se bastante, ficando com uma tonalidade escura, com as bordas ligeiramente queimadas, como ocorre tambem com o acer palmatum.
Mas, tirante isso, permite um trabalho estrutural adequado, aceitando bem podas de manutenção e aramação. Esse material eu venho cultivando há oito anos:
Apesar do tronco com linha reta, os galhos receberam um movimento mais anguloso, para ficarem mais de acordo com a arvore na natureza:
Há uns seis anos o tronco apresentou uma necrose que me obrigou a uma escavação na madeira, como forma de conter o avanço do problema. O resultado foi um sabamiki:
Quanto mais velho fica o tronco, mais corticosa, dura e compacta se torna sua casca:
Apesar do tronco aberto com o sabamiki, o nebari impressiona, mostrando uma frente poderosa:
As folhas têm um formato bonico, uma cor vistosa, e devem ser continuadamente pinçadas para manter um tamanho proporcional, mais adequado:
Face a esse tipo de intervenção, constantemente aplicado, a planta não frutificou ainda. Mas pelo menos apresenta uma estrutura com uma ligeira harmonia.
Se alguem mais tiver experiencia com a espécie e quiser dividir informações, esteja à vontade. Ou se quiserem opinar, tambem. 😉



