Serissa SEKIJOJU 02
Serissa SEKIJOJU 02
Meu amigo Edson, gostei da escolha do caminho para esta serissa. É como dizem, às vezes é bom escutar a planta e fazer o que ela está pedindo. Um detalhe que eu faria, encurtaria muito o galho que sobe. nesta fase é importante privilegiar o desenvolvimento da cascata pois atendência natural da planta é o crescimento apical. Assim se deixar crescer o galho que sobe a cascata será prejudicada e terá pouco crescimento. Particularmente prefiro formar o galho que sobe somente quando a formação do galho cascata estiver quase no ponto desejado. Rapidamente o galho que sobe irá sendo formado, chgando a finalização junto com o galho cascata.
abraço
abraço
bonsai
Edson, concordo em parte com o que postulou o amigo Elio Luis. A propósito da formação estrutural da serissa, devo ressaltar que é uma planta extremamente vigorosa, que costuma emitir brotações em todos os pontos do tronco, galhos e mesmo nas raizes, o que pode dificultar sobremaneira trabalhos com ela, quando nos descuidamos das podas de manutenção e conservação. Por isso, minha sugestão para essa planta é:
Retirar a borracha que envolve as raízes. Elas exercem muita pressão e poderão mais prejudicar que ajudar, pois essa espécie não tem raizes finas tão resistentes quanto as outras espécies (p.ex., acer, ficus e piracanta). No caso, use barbante de algodão para envolver as raizes, mas primeiro cubra-as com musgo esfagno previamente umedecido em solução enraizante. Isso garante uma sobrevida maior, além de estimular a formação/engrossamento das raizes, adequando-as ao estilo, sem risco de perda por ressecamento da raiz.
Em seguida, enterrar todo o conjunto, deixando apenas parte do tronco e galhos para fora da superficie do solo. Com isso, a planta ganha maior proteção para o crescimento/engrossamento das raizes, vez que o meio circundante terá maior umidade. No caso da serissa, deixe o conjunto enterrado por uns dois anos, antes de retirar e eliminar todo o substrato, renovando o barbante, se necessário. Na maioria das plantas que formei assim, não foi preciso repetir o processo do barbante, e o resultado sempre foi ótimo, sem risco de perda.
A parte aerea deverá sempre ser trabalhada após o termino do envase, isto é, depois de dois anos de cultivo, é que iremos então selecionar os galhos que cresceram bem, escolhendo os que irão dar forma ao estilo propriamente dito. Isso porque nessa espécie se voce formar a estrutura aerea primeiro, deixando como estão as raizes, envoltas na borracha, o crescimento será bem mais lento, e levará até o dobro do tempo para formar um trabalho interessante, que seguindo minhas dicas, poderá ser conseguido em até 4 anos de cultivo sistematico (dois para as raizes, dois para a parte aerea).
Para não ficar apenas no palavrório, eis um exemplar formado dentro das condições acima:



A copa nessa planta ficou muito atarracada, baixa, em relação à pedra. Por isso, atualmente estou buscando formar uma estrutura mais alta, tendo deixado um galho crescer reto, dando a ele um leve movimento sinuoso, onde aos poucos as ramas laterais irão se sobressair, formando estruturas compativeis com os galhos mais baixos:

Detalhe do raizame que abraça a pedra:

Fazer bonsai é facil. Dificil é fazermos bonsai com qualidade técnica superior. A chave para abrir esse cadeado está calcada na nossa própria capacidade de termos paciencia. Então, de longe, o melhor é aprendermos a manejar com presteza a ferramenta PACIENCIA, para alcançarmos enfim o resultado técnico de que falo. 😉
Retirar a borracha que envolve as raízes. Elas exercem muita pressão e poderão mais prejudicar que ajudar, pois essa espécie não tem raizes finas tão resistentes quanto as outras espécies (p.ex., acer, ficus e piracanta). No caso, use barbante de algodão para envolver as raizes, mas primeiro cubra-as com musgo esfagno previamente umedecido em solução enraizante. Isso garante uma sobrevida maior, além de estimular a formação/engrossamento das raizes, adequando-as ao estilo, sem risco de perda por ressecamento da raiz.
Em seguida, enterrar todo o conjunto, deixando apenas parte do tronco e galhos para fora da superficie do solo. Com isso, a planta ganha maior proteção para o crescimento/engrossamento das raizes, vez que o meio circundante terá maior umidade. No caso da serissa, deixe o conjunto enterrado por uns dois anos, antes de retirar e eliminar todo o substrato, renovando o barbante, se necessário. Na maioria das plantas que formei assim, não foi preciso repetir o processo do barbante, e o resultado sempre foi ótimo, sem risco de perda.
A parte aerea deverá sempre ser trabalhada após o termino do envase, isto é, depois de dois anos de cultivo, é que iremos então selecionar os galhos que cresceram bem, escolhendo os que irão dar forma ao estilo propriamente dito. Isso porque nessa espécie se voce formar a estrutura aerea primeiro, deixando como estão as raizes, envoltas na borracha, o crescimento será bem mais lento, e levará até o dobro do tempo para formar um trabalho interessante, que seguindo minhas dicas, poderá ser conseguido em até 4 anos de cultivo sistematico (dois para as raizes, dois para a parte aerea).
Para não ficar apenas no palavrório, eis um exemplar formado dentro das condições acima:
A copa nessa planta ficou muito atarracada, baixa, em relação à pedra. Por isso, atualmente estou buscando formar uma estrutura mais alta, tendo deixado um galho crescer reto, dando a ele um leve movimento sinuoso, onde aos poucos as ramas laterais irão se sobressair, formando estruturas compativeis com os galhos mais baixos:
Detalhe do raizame que abraça a pedra:
Fazer bonsai é facil. Dificil é fazermos bonsai com qualidade técnica superior. A chave para abrir esse cadeado está calcada na nossa própria capacidade de termos paciencia. Então, de longe, o melhor é aprendermos a manejar com presteza a ferramenta PACIENCIA, para alcançarmos enfim o resultado técnico de que falo. 😉













