Tatareninha
Nome científico: Chloroleucon sp
Nomes populares😛iteco, tatarena, Jurema.
Origem: Brasil e outros países da América do Sul, com maior intensidade no Nordeste do Brasil .
Porte: Arvoreta ou arbusto com 3 a 5 m de altura. “Elas tem a folhagem decídua na seca e apresentam gemas dormentes que permitem a rápida expansão de ramos curtos que portam folhas e flores logo no início da estação chuvosa”.
Folhas: Compostas e formadas por 4 a 6 pinas com numerosos folíolos, que variam entre 4 mm e 6 mm de comprimento por 2 mm a 3 mm de largura.
Flores: Pentâmeras (na forma de pom pom) brancas. São formadas em outubro e novembro na estação das chuvas (verão).
Frutos: Lineares, geralmente falcados e amadurecem na estação da seca (inverno).
Sementes: Compressas com testa lisa e óssea.
Tronco: Canelado e irregular com aspecto ornamental devido a escamação que o deixa com tons de verde escuro com manchas cinzentas claras, 30 a 40 cm de diâmetro nas mais velhas. Apresenta espinhos pareados.
Solo: Naturalmente a planta gosta de solos arenosos ou do tipo saibro com boa aeração e drenagem.
Clima: Desenvolve-se bem em qualquer região brasileira, mas prefere as temperaturas quentes e secas.
Luminosidade: Pleno sol.
Irrigação: Abundante, porém sem encharcar o substrato.
Dificuldade de cultivo: Surgimento de fungos em situação de baixa luz, encharcamento e adubação insuficiente que pode levar a morte de galhos e da planta. Existe uma grande dificuldade em promover o florescimento da planta em vaso.
Adubação: Composto orgânico (turfa) ou NPK 10-10-10.
Multiplicação: Por sementes, alporquia e estaquia.
Tecnicas de cultivo: A planta é de crescimento rápido e reage bem a aramação, adapta-se a todos os estilos de bonsai, produz ótimos trabalhos de madeira morta ou de copa fechada e apresenta redução do tamanho das folhas quando podada no verão. Perde as folhas no inverno.
Bibliografia: Legumes of Bahia (G. P. Lewis) e Leguminosas da Caatinga (L. P. de Queiroz).
Vídeo Apresentação da Tatarena: https://www.youtube.com/watch?v=q5DL-2-U0Ws
Nomes populares😛iteco, tatarena, Jurema.
Origem: Brasil e outros países da América do Sul, com maior intensidade no Nordeste do Brasil .
Porte: Arvoreta ou arbusto com 3 a 5 m de altura. “Elas tem a folhagem decídua na seca e apresentam gemas dormentes que permitem a rápida expansão de ramos curtos que portam folhas e flores logo no início da estação chuvosa”.
Folhas: Compostas e formadas por 4 a 6 pinas com numerosos folíolos, que variam entre 4 mm e 6 mm de comprimento por 2 mm a 3 mm de largura.
Flores: Pentâmeras (na forma de pom pom) brancas. São formadas em outubro e novembro na estação das chuvas (verão).
Frutos: Lineares, geralmente falcados e amadurecem na estação da seca (inverno).
Sementes: Compressas com testa lisa e óssea.
Tronco: Canelado e irregular com aspecto ornamental devido a escamação que o deixa com tons de verde escuro com manchas cinzentas claras, 30 a 40 cm de diâmetro nas mais velhas. Apresenta espinhos pareados.
Solo: Naturalmente a planta gosta de solos arenosos ou do tipo saibro com boa aeração e drenagem.
Clima: Desenvolve-se bem em qualquer região brasileira, mas prefere as temperaturas quentes e secas.
Luminosidade: Pleno sol.
Irrigação: Abundante, porém sem encharcar o substrato.
Dificuldade de cultivo: Surgimento de fungos em situação de baixa luz, encharcamento e adubação insuficiente que pode levar a morte de galhos e da planta. Existe uma grande dificuldade em promover o florescimento da planta em vaso.
Adubação: Composto orgânico (turfa) ou NPK 10-10-10.
Multiplicação: Por sementes, alporquia e estaquia.
Tecnicas de cultivo: A planta é de crescimento rápido e reage bem a aramação, adapta-se a todos os estilos de bonsai, produz ótimos trabalhos de madeira morta ou de copa fechada e apresenta redução do tamanho das folhas quando podada no verão. Perde as folhas no inverno.
Bibliografia: Legumes of Bahia (G. P. Lewis) e Leguminosas da Caatinga (L. P. de Queiroz).
Vídeo Apresentação da Tatarena: https://www.youtube.com/watch?v=q5DL-2-U0Ws







