O conceito tem na verdade bastante filosofia inserte nele, mas sob a ótica oriental japonesa, e não temos, pelo menos a maioria de nós, alcance sobre essa area filosófica com a mesma capacidade de percepção que eles têm.
Talvez o mais próximo desse conceituação oriental, na escola do pensamento ocidental, seja a temática do "não ser" da metafísica Kantiana, que nos apresenta justamente a incompatibilidade existente entre a Fé e a Razão, onde a Fé como o “não-ser” o interior do homem e a razão como o “ser”, o intelecto, a verdade
Kant elaborou uma teoria de que antes de toda idéia é necessário conhecer a capacidade do próprio conhecer. A genese Wabi Sabi reside em "ver" a felicidade naquilo que é natural, seja perfeito ou não. Ou mais simplificado ainda: descobrir a beleza que existe na imperfeição.
Wabi-sabi é uma antiga filosofia japonesa com raízes no Zen, reverenciando a austeridade, a natureza e o cotidiano. Distante, portanto, da idéia Kantiana, mas, ao mesmo tempo, com algo dela tambem. Para Juniper, wabi-sabi não se desenvolve, é descoberto. Ele a vê como um conceito atemporal estética, assim como Kant vê a sublime.
Uma ótima oportunidade de aprendermos um pouco mais sobre a cultura japonesa é buscarmos o conhecimento dentro dessa linha de pensamento Wabi Sabi. Talvez possa, se me permitem, indicar uma continuação a quem quiser se aprofundar um pouco mais:
http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&langpair=en|pt&u=http://c2.com/cgi/wiki%3FWabiSabi
Wabi-Sabi: para artistas, desenhistas, poetas e filósofos, por Leonard Koren ISBN 1880656124
http://c2.com/cgi/wiki?WabiSabi