1º Passo no mundo do Bonsai
Olá a todos, bom dia.
Antes de tudo um grande abraço aos participantes e gostaria de tecer um comentário se me permitem.
Após ter consumido durante vários meses as informações trocadas nesse fórum, posso afirmar categoricamente que é um dos poucos espaços que vi até hoje, onde a discussão do livre pensar e o debate em prol do benefícil real é verdadeiramente praticado.
E o que mais achei bacana é que os foristas desse ambiente parecem realmente se importar uns com os outros.
Bom passados os comentários talvez desnecessários vamos ao que interessa.
Já me decidi a começar a engatinhar nesse mundo mágico e química e psicologicamente viciante do Bonsai apesar de somente ter uma certa experiência de cultivo e condução de plantas no solo e principalmente orquídeas e bromeliaceas.
Posto a seguir algumas experiências que estou começando a consuzir com estacas principalmente.
Não sei se a coleta de cada uma dessas espécies para esse fim foram conduzidas no período correto, mas enfim lá vamos nós.
Uma frase que lí por aqui que na verdade é a assinatura de um dos foristas é " Planta, vai que pega!" que achei genial.
Bom esse material que apresento (estacas) basicamente foi coletado a aproximadamente uma semana e foi colocado nos seus respectivos locais ontem a noite em sua maioria.
Todas elas permaneceram numa solução de Biofert Raiz e Biogold Super diluído durante quase 72 hs imaginando eu que por um processo de osmose ou algo semelhante esses nutrientes possam ser absorvidos pelas estacas.
Volto a salientar que, não sei se o procedimento foi o correto mas o fiz dessa maneira pelo seguinte motivo: Há uns três anos cultivo tillandsias e orquídeas principalmente, e as plantas tratadas com Biogold tem uma massa de raizes muito maior do que as que são tratadas com outros fertilizantes, propagandas a parte mas já faz pelo menos uns três anos que só utilizo esse produto pela indicação de um grande amigo Ronaldo Sabino que possui um orquidário comercial aqui em São Paulo, e não sei se posso fazer esse comentário, mas na minho humilde opinião acho que o melhor orquidário comercial que há por aqui.
Mas enfim não desvirtuando muito a questão, as plantas foram colocadas em escorredores, ou comprados prontos ou produzidos, num substrato que consiste de 1/3 de areia média de construção, 1/3 seixos diminutos de até 5mm e 1/3 de caqueira de telha com diversas granulometrias, que também ficaram de molho na mesma solução de enraizamento por pelo menos 12 hs, com o objetivo de absorverem um pouco desses nutrientes e que consequentemente esses nutrientes mesmo que em pequena quantidade possam estar disponíveis as plantas no momento que essa massa radicular possa começar a aparecer e tomar corpo.
As estacas referidas são de resedás, que acredito ser uma vermelha e uma branca, goiabeira e duranta(que na verdade não é uma estaca e sim uma planta que estava praticamente seca em um canteiro, isso foi feito pois tenho experiências de recuperação de plantas que aparentavam estar mortas e ressecadas com o uso do biogold) e uma bougainvíllea vinho que já cultivo a uns três anos.
A maior estaca de resedá possui uma grande área de madeira morta que fiz uma limpeza parcial das áreas já apodrecidas mas que ainda não recebeu tratamento com calda. Futuramente postarei um draft do que pretendo fazer com a planta pois estou estudando uma propagação de raizes que na base do nebari passe a sensação de um uro, como se fosse uma caverna, ou seja o que vocês vêem em pé, futuramente será inclinado algo em torno de 60º.
As duas últimas fotos são de três ficus que achei numa caçamba, sendo que os dois estão em bacias com condicionadores de solo foram encontrados neste estado, e a terceira planta que apresenta uma parte aérea já desenvolvida, cometi o erro de fazer uma desfolha, não sei porque(idiotíce minha na verdade) e ao mesmo tempo fazer alporques com vasos plásticos em pontos que pareceram ser do meu interesse para futuros bonsai. Detalhe importante é que para tentar estressar o mínimo possível a planta não anilhei por completo os cortes do alporque, para que a planta pudesse de alguma maneira continuar com seus fluxo de seiva, e sei que caso funcionem os alporques provavelmente terei problemas de em relação aos seus respectivos nebari, mas arrisquei mesmo assim.
Além desses materiais que comentei posto tb outros testes realizados com:
buxus: creio ter me antecipado ao momento correto da ação e provavelmente perderei o material, mas enfim, é errando que se aprende, mesmo ficando muito chateado que é na verdade uma pequena vida que se perde por erro e afobação minha.
amoreira: esta comigo a aproximadamente 6 meses e resolvi mudar seu estilo partindo para um SEKIJOJU FUKINAGASHI ( se é que é correto ter dois estilos na mesma planta )
pitangueiras: são mishos provenientes de uma pitangueira que tenho em meu jardim, e hj encontram-se com aproximadamente 2 anos e no caso de uma delas quero tentar conduzi-la para um estilo KENGAI ou HAN-KENGAI
aroeira: essas ainda não sei pra onde vamos mas enfim.
Particularmente mesmo antes de começar a pensar em apreender as técnicas sempre fui um grande fã dos estilos mais dramáticos e de peijing, então creio que pelo menos nesse momento devo mesmo que inconscientemente me voltar para esses estilos.
Já lí alguns posts principalmente do amigo nickyfury, que é enfático na questão de se evoluir mediante a participação de cursos, principalmente presenciais e concordo em gênero número e grau, mas infelizmente o pataco ta mais que curto e nessa situação a gente apela pro auto-didatismo e empirismo mesmo, já consciente das perdas e atrasos que vamos enfrentar no caminho, e até mesmo na criação das ferramentas, transformando torques em alicates côncavos de corte .... hehehehehe.
Lí a um tempo atrás por aqui que o lixo não é fonte de material de qualidade e concordo mas acho uma grande fonte de material para aqueles que estão pensando em começar, bom posso estar redondamente enganado, mas hj se eu não estivesse utilizando esse avançado recurso, não teria material para começar.
Bom comentários e críticas ferrenhas são mais do que bem vindas, mesmo por que acredito realmente que só podemos crescer na vida se erramos, e somos criticados e claro aprendemos com nossos erros.
Tenho alguns outros materiais que tb estou começando a conduzir que postarei em breve.
Seguem as fotos.
Grande abraço e todos
Estacas Resedás




Estaca Goiabeira

Estaca Bougainvíllea

Ficus



Amoreira

Buxus


Pitangueiras



Duranta
A primeira foto é a do vaso marron


Bom, amigos por enquanto é isso, grande abraço a todos.
Antes de tudo um grande abraço aos participantes e gostaria de tecer um comentário se me permitem.
Após ter consumido durante vários meses as informações trocadas nesse fórum, posso afirmar categoricamente que é um dos poucos espaços que vi até hoje, onde a discussão do livre pensar e o debate em prol do benefícil real é verdadeiramente praticado.
E o que mais achei bacana é que os foristas desse ambiente parecem realmente se importar uns com os outros.
Bom passados os comentários talvez desnecessários vamos ao que interessa.
Já me decidi a começar a engatinhar nesse mundo mágico e química e psicologicamente viciante do Bonsai apesar de somente ter uma certa experiência de cultivo e condução de plantas no solo e principalmente orquídeas e bromeliaceas.
Posto a seguir algumas experiências que estou começando a consuzir com estacas principalmente.
Não sei se a coleta de cada uma dessas espécies para esse fim foram conduzidas no período correto, mas enfim lá vamos nós.
Uma frase que lí por aqui que na verdade é a assinatura de um dos foristas é " Planta, vai que pega!" que achei genial.
Bom esse material que apresento (estacas) basicamente foi coletado a aproximadamente uma semana e foi colocado nos seus respectivos locais ontem a noite em sua maioria.
Todas elas permaneceram numa solução de Biofert Raiz e Biogold Super diluído durante quase 72 hs imaginando eu que por um processo de osmose ou algo semelhante esses nutrientes possam ser absorvidos pelas estacas.
Volto a salientar que, não sei se o procedimento foi o correto mas o fiz dessa maneira pelo seguinte motivo: Há uns três anos cultivo tillandsias e orquídeas principalmente, e as plantas tratadas com Biogold tem uma massa de raizes muito maior do que as que são tratadas com outros fertilizantes, propagandas a parte mas já faz pelo menos uns três anos que só utilizo esse produto pela indicação de um grande amigo Ronaldo Sabino que possui um orquidário comercial aqui em São Paulo, e não sei se posso fazer esse comentário, mas na minho humilde opinião acho que o melhor orquidário comercial que há por aqui.
Mas enfim não desvirtuando muito a questão, as plantas foram colocadas em escorredores, ou comprados prontos ou produzidos, num substrato que consiste de 1/3 de areia média de construção, 1/3 seixos diminutos de até 5mm e 1/3 de caqueira de telha com diversas granulometrias, que também ficaram de molho na mesma solução de enraizamento por pelo menos 12 hs, com o objetivo de absorverem um pouco desses nutrientes e que consequentemente esses nutrientes mesmo que em pequena quantidade possam estar disponíveis as plantas no momento que essa massa radicular possa começar a aparecer e tomar corpo.
As estacas referidas são de resedás, que acredito ser uma vermelha e uma branca, goiabeira e duranta(que na verdade não é uma estaca e sim uma planta que estava praticamente seca em um canteiro, isso foi feito pois tenho experiências de recuperação de plantas que aparentavam estar mortas e ressecadas com o uso do biogold) e uma bougainvíllea vinho que já cultivo a uns três anos.
A maior estaca de resedá possui uma grande área de madeira morta que fiz uma limpeza parcial das áreas já apodrecidas mas que ainda não recebeu tratamento com calda. Futuramente postarei um draft do que pretendo fazer com a planta pois estou estudando uma propagação de raizes que na base do nebari passe a sensação de um uro, como se fosse uma caverna, ou seja o que vocês vêem em pé, futuramente será inclinado algo em torno de 60º.
As duas últimas fotos são de três ficus que achei numa caçamba, sendo que os dois estão em bacias com condicionadores de solo foram encontrados neste estado, e a terceira planta que apresenta uma parte aérea já desenvolvida, cometi o erro de fazer uma desfolha, não sei porque(idiotíce minha na verdade) e ao mesmo tempo fazer alporques com vasos plásticos em pontos que pareceram ser do meu interesse para futuros bonsai. Detalhe importante é que para tentar estressar o mínimo possível a planta não anilhei por completo os cortes do alporque, para que a planta pudesse de alguma maneira continuar com seus fluxo de seiva, e sei que caso funcionem os alporques provavelmente terei problemas de em relação aos seus respectivos nebari, mas arrisquei mesmo assim.
Além desses materiais que comentei posto tb outros testes realizados com:
buxus: creio ter me antecipado ao momento correto da ação e provavelmente perderei o material, mas enfim, é errando que se aprende, mesmo ficando muito chateado que é na verdade uma pequena vida que se perde por erro e afobação minha.
amoreira: esta comigo a aproximadamente 6 meses e resolvi mudar seu estilo partindo para um SEKIJOJU FUKINAGASHI ( se é que é correto ter dois estilos na mesma planta )
pitangueiras: são mishos provenientes de uma pitangueira que tenho em meu jardim, e hj encontram-se com aproximadamente 2 anos e no caso de uma delas quero tentar conduzi-la para um estilo KENGAI ou HAN-KENGAI
aroeira: essas ainda não sei pra onde vamos mas enfim.
Particularmente mesmo antes de começar a pensar em apreender as técnicas sempre fui um grande fã dos estilos mais dramáticos e de peijing, então creio que pelo menos nesse momento devo mesmo que inconscientemente me voltar para esses estilos.
Já lí alguns posts principalmente do amigo nickyfury, que é enfático na questão de se evoluir mediante a participação de cursos, principalmente presenciais e concordo em gênero número e grau, mas infelizmente o pataco ta mais que curto e nessa situação a gente apela pro auto-didatismo e empirismo mesmo, já consciente das perdas e atrasos que vamos enfrentar no caminho, e até mesmo na criação das ferramentas, transformando torques em alicates côncavos de corte .... hehehehehe.
Lí a um tempo atrás por aqui que o lixo não é fonte de material de qualidade e concordo mas acho uma grande fonte de material para aqueles que estão pensando em começar, bom posso estar redondamente enganado, mas hj se eu não estivesse utilizando esse avançado recurso, não teria material para começar.
Bom comentários e críticas ferrenhas são mais do que bem vindas, mesmo por que acredito realmente que só podemos crescer na vida se erramos, e somos criticados e claro aprendemos com nossos erros.
Tenho alguns outros materiais que tb estou começando a conduzir que postarei em breve.
Seguem as fotos.
Grande abraço e todos
Estacas Resedás




Estaca Goiabeira

Estaca Bougainvíllea

Ficus



Amoreira

Buxus


Pitangueiras



Duranta
A primeira foto é a do vaso marron


Bom, amigos por enquanto é isso, grande abraço a todos.







