Ulmus Varrido pelo Vento - Penjin
Pessoal, juntei uma sequencia razoável de um Ulmus.
A planta foi um presente do Paulo Netto, do Aido Bonsai. Em 2004 estava neste estado.

Foi trabalhada com auxilio do Paulo e ficou sendo por mim cultivada durante um ano, no qual fui aprendendo como podar os Ulmus e sentindo o ritmo da planta.
em 2005

Em outra parte do fórum narrei a confecção das pedras, de modo que vou resumir.
Esbocei uma pedra com massa de modelar, destas para crianças.

Fiz uma forma de gesso e tirei um peça em cimento.



Com esta “pedra” pronta, juntei outras, visando obter uma composição triangular.

As pedras foram unidas com uma argamassa de cimento branco estrutural, tingido tal com as técnica de pintura em afresco. Sobre a massa ainda húmida foram aplicadas aguadas de pigmento mineral natural (pó xadrez) muito diluídas. A massa absorve gradativamente o pigmento, que passa a compor a própria estrutura da argamassa. O resultado entretanto não fica uma massa com cor homogênea, pois as aguadas de cores variadas e aplicadas irregularmente, vão dando a sensação natural de veios e outras irregularidades normais das pedras. Com um pouco de prática é fácil imitar a textura e cor de uma pedra qualquer, criando uma continuidade ou um encaixe que dificilmente podem ser percebidos.
Nesta foto a parte de baixo ainda está intocada, enquanto a superior já está com o trabalho bastante desenvolvido. Notem que há partes que são pedras mesmo e outras cimento tingido neste processo.

Vamos ao resultado em 2006

E em 2007
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O trabalho ficou sendo cultivado por meu pai, no sitio dele, até este ano.
Não foi muito bom para a planta, pois meu pai tinha pena de podar. O vaso também caiu e não foi bem remontado. Ao retomar o trabalho constatei que as raízes estavam solicitando mais espaço, de modo que remontei subindo o conjunto todo para dar mais profundidade as raízes. Não foi possível entretanto manter a triangulação das pedras. Tudo se encaminhou no sentido de criar um plano mais horizontal no topo das pedras. Nesta foto a planta desfolhada e reenvazada.

Hoje acho que ficou ainda mais interessante, pois criou uma espécie de ninho para o tronco, enquanto a forma um tanto retangular do conjunto (em relação a como estava antes), passou a dialogar com o ângulo reto do tronco da planta, o que me parece ter ficado muito bem.

Atualmente , março de 2013, a planta está no seguinte estado.

É isso, grande abraço aos colegas e desculpem se me estendi demasiado.
A planta foi um presente do Paulo Netto, do Aido Bonsai. Em 2004 estava neste estado.
Foi trabalhada com auxilio do Paulo e ficou sendo por mim cultivada durante um ano, no qual fui aprendendo como podar os Ulmus e sentindo o ritmo da planta.
em 2005
Em outra parte do fórum narrei a confecção das pedras, de modo que vou resumir.
Esbocei uma pedra com massa de modelar, destas para crianças.
Fiz uma forma de gesso e tirei um peça em cimento.
Com esta “pedra” pronta, juntei outras, visando obter uma composição triangular.
As pedras foram unidas com uma argamassa de cimento branco estrutural, tingido tal com as técnica de pintura em afresco. Sobre a massa ainda húmida foram aplicadas aguadas de pigmento mineral natural (pó xadrez) muito diluídas. A massa absorve gradativamente o pigmento, que passa a compor a própria estrutura da argamassa. O resultado entretanto não fica uma massa com cor homogênea, pois as aguadas de cores variadas e aplicadas irregularmente, vão dando a sensação natural de veios e outras irregularidades normais das pedras. Com um pouco de prática é fácil imitar a textura e cor de uma pedra qualquer, criando uma continuidade ou um encaixe que dificilmente podem ser percebidos.
Nesta foto a parte de baixo ainda está intocada, enquanto a superior já está com o trabalho bastante desenvolvido. Notem que há partes que são pedras mesmo e outras cimento tingido neste processo.
Vamos ao resultado em 2006
E em 2007
O trabalho ficou sendo cultivado por meu pai, no sitio dele, até este ano.
Não foi muito bom para a planta, pois meu pai tinha pena de podar. O vaso também caiu e não foi bem remontado. Ao retomar o trabalho constatei que as raízes estavam solicitando mais espaço, de modo que remontei subindo o conjunto todo para dar mais profundidade as raízes. Não foi possível entretanto manter a triangulação das pedras. Tudo se encaminhou no sentido de criar um plano mais horizontal no topo das pedras. Nesta foto a planta desfolhada e reenvazada.
Hoje acho que ficou ainda mais interessante, pois criou uma espécie de ninho para o tronco, enquanto a forma um tanto retangular do conjunto (em relação a como estava antes), passou a dialogar com o ângulo reto do tronco da planta, o que me parece ter ficado muito bem.
Atualmente , março de 2013, a planta está no seguinte estado.
É isso, grande abraço aos colegas e desculpem se me estendi demasiado.







