Roberto Teixeira
Meu nome é Roberto Teixeira, médico oftalmologista, nesta arte do bonsai há quase dez anos, e filiado à SBBonsai sob número 042.
Como muitos, tive uma experiência desastrosa há uns quinze anos, quando comprei meu primeiro bonsai - se é que se podia chamar aquilo de bonsai. Morreu com duas semanas. Tive a curiosidade de desenterrá-lo para tentar saber o que havia acontecido. Só poucas raízes...
Bom, achei o que muitos já acharam – plantinha cara, de difícil cultivo e que morre à toa. Esta impressão ficou por uns anos. Desinteresse total.
Um dia, também como muitas histórias, visitando um horto para comprar plantas, aquelas já crescidas, difíceis de morrer, e não tão caras, vi uma estante com vários bonsai. Cada qual mais interessante, revelando um grande e dedicado trabalho. Foi lá que conheci o Joca. Daí para o primeiro curso foi um pulo. Pude então constatar que aquela primeira plantinha era, na realidade, um “mausai”. Um galhinho espetado na terra.
A partir daí conheci e freqüentei grandes bambas da arte – Roberto Gerpe, Carlos Tramujas, Luciano Benyakob, Mário Leal, Mário Fernandes, Maria Lúcia, André Romay, Regina Suzuki, Mestre Hidaka, Nélson Hadano e tantos outros. Com toda esta turma, grande interesse pela leitura, dedicação e paciência, mexo com algumas plantas, o que me dá grande prazer.
Estou participando recentemente do Forum, tendo a oportunidade de reencontrar amigos e fazer novos
Como muitos, tive uma experiência desastrosa há uns quinze anos, quando comprei meu primeiro bonsai - se é que se podia chamar aquilo de bonsai. Morreu com duas semanas. Tive a curiosidade de desenterrá-lo para tentar saber o que havia acontecido. Só poucas raízes...
Bom, achei o que muitos já acharam – plantinha cara, de difícil cultivo e que morre à toa. Esta impressão ficou por uns anos. Desinteresse total.
Um dia, também como muitas histórias, visitando um horto para comprar plantas, aquelas já crescidas, difíceis de morrer, e não tão caras, vi uma estante com vários bonsai. Cada qual mais interessante, revelando um grande e dedicado trabalho. Foi lá que conheci o Joca. Daí para o primeiro curso foi um pulo. Pude então constatar que aquela primeira plantinha era, na realidade, um “mausai”. Um galhinho espetado na terra.
A partir daí conheci e freqüentei grandes bambas da arte – Roberto Gerpe, Carlos Tramujas, Luciano Benyakob, Mário Leal, Mário Fernandes, Maria Lúcia, André Romay, Regina Suzuki, Mestre Hidaka, Nélson Hadano e tantos outros. Com toda esta turma, grande interesse pela leitura, dedicação e paciência, mexo com algumas plantas, o que me dá grande prazer.
Estou participando recentemente do Forum, tendo a oportunidade de reencontrar amigos e fazer novos