Forno com serragem
Pessoal.
Segundo o site pesquisado, esta queima pode chegar ate 700 graus, acho que vale a pena tentar fazer uns vasos e queimar com esta temperatura.
APRENDENDO OU RELEMBRANDO
CERÂMICANORIO www.ceramicanorio.com
Queima em Serragem
A maneira mais prática de realizar-se uma Queima em Serragem implica na utilização de um recipiente metálico – uma lata etc, com furos ao seu redor, para que o ar possa circular e alimentar o fogo.
Caso possível pode-se montar um pequeno forno com tijolos. Assim propicia-se a adequação do seu tamanho à quantidade de peças a serem queimadas na ocasião.
Coloca-se inicialmente uma camada de serragem no fundo do recipiente. Após, assentam-se as peças, uma de cada vez, cobrindo-as com uma boa quantidade de serragem, para garantia de uma temperatura elevada durante o processo.
Vale lembrar que a peça deve ter uma parede uniformemente grossa, feita com argila pouco quebradiça devendo estar completamente seca. Isto é muito importante a fim de evitar rachaduras ou estouros.
O fogo é aceso na parte superior. A chama inicial pode ser mantida com um combustível tipo álcool, querosene etc.
A queima é lenta e sem riscos chegando a durar 24 horas, de acordo com a quantidade, o tamanho e o tipo da madeira (serragem) usada. Os maiores inconvenientes são a fuligem e o cheiro da fumaça. Por este motivo deve-se escolher um local que minimize estes incômodos.
Caso o barro usado na peça seja claro, pode-se misturar na serragem, galhos, folhas etc, para a criação de manchas na parede das peças. A aplicação de “engobe” também pode propiciar belos efeitos.
Este tipo de queima chega a atingir 700º C, limite que não consiste na temperatura ideal para uma queima de cerâmica, mas é considerado suficiente para dotar a argila de uma boa resistência.
Terminado o processo só se deve retirar as peças após o resfriamento completo, pois o choque térmico, quando do contato com a temperatura ambiente, poderá acarretar quebras e rachaduras.
As peças adquirem uma tonalidade escura, por causa do carvão. Deve-se limpá-las do excesso e dar-lhes um acabamento com cera. Pode-se também polir com uma colher ou outro instrumento similar.
Este tipo de queima torna a peça um pouco permeável a líquidos. No entanto, se ela for “brunida” ainda “no ponto de couro”, este inconveniente será bastante minimizado, além de produzir um melhor acabamento.
Alguns ceramistas impermeabilizam peças utilitárias, enchendo-as, com leite ou azeite, por cerca de 24 horas. Vale conferir se funciona.
Os resíduos da queima – cinzas – podem ser armazenados para aproveitamento posterior, como ingredientes de esmaltes, em queimas de temperaturas mais elevadas.
Volta
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Segundo o site pesquisado, esta queima pode chegar ate 700 graus, acho que vale a pena tentar fazer uns vasos e queimar com esta temperatura.
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Queima em Serragem
A maneira mais prática de realizar-se uma Queima em Serragem implica na utilização de um recipiente metálico – uma lata etc, com furos ao seu redor, para que o ar possa circular e alimentar o fogo.
Caso possível pode-se montar um pequeno forno com tijolos. Assim propicia-se a adequação do seu tamanho à quantidade de peças a serem queimadas na ocasião.
Coloca-se inicialmente uma camada de serragem no fundo do recipiente. Após, assentam-se as peças, uma de cada vez, cobrindo-as com uma boa quantidade de serragem, para garantia de uma temperatura elevada durante o processo.
Vale lembrar que a peça deve ter uma parede uniformemente grossa, feita com argila pouco quebradiça devendo estar completamente seca. Isto é muito importante a fim de evitar rachaduras ou estouros.
O fogo é aceso na parte superior. A chama inicial pode ser mantida com um combustível tipo álcool, querosene etc.
A queima é lenta e sem riscos chegando a durar 24 horas, de acordo com a quantidade, o tamanho e o tipo da madeira (serragem) usada. Os maiores inconvenientes são a fuligem e o cheiro da fumaça. Por este motivo deve-se escolher um local que minimize estes incômodos.
Caso o barro usado na peça seja claro, pode-se misturar na serragem, galhos, folhas etc, para a criação de manchas na parede das peças. A aplicação de “engobe” também pode propiciar belos efeitos.
Este tipo de queima chega a atingir 700º C, limite que não consiste na temperatura ideal para uma queima de cerâmica, mas é considerado suficiente para dotar a argila de uma boa resistência.
Terminado o processo só se deve retirar as peças após o resfriamento completo, pois o choque térmico, quando do contato com a temperatura ambiente, poderá acarretar quebras e rachaduras.
As peças adquirem uma tonalidade escura, por causa do carvão. Deve-se limpá-las do excesso e dar-lhes um acabamento com cera. Pode-se também polir com uma colher ou outro instrumento similar.
Este tipo de queima torna a peça um pouco permeável a líquidos. No entanto, se ela for “brunida” ainda “no ponto de couro”, este inconveniente será bastante minimizado, além de produzir um melhor acabamento.
Alguns ceramistas impermeabilizam peças utilitárias, enchendo-as, com leite ou azeite, por cerca de 24 horas. Vale conferir se funciona.
Os resíduos da queima – cinzas – podem ser armazenados para aproveitamento posterior, como ingredientes de esmaltes, em queimas de temperaturas mais elevadas.
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