Kakemono 2
Kakemono 2
ops,


Muito bonito Duprat!
O desenho parece estar refletindo extamente os provérbios de tua assinatura.
Parabéns!
Elio Luís Secchi
O desenho parece estar refletindo extamente os provérbios de tua assinatura.
Parabéns!
Elio Luís Secchi
Duprat, muito lindo seu trabalho.
Parabéns.
Abraços
Parabéns.
Abraços
Valeu Helio, valeu Ricardo. As coisas estão começando a se unir. Pintura gravura bonsai, ,,, periga eu começar a abusar deste tópico.
bonsai
Duprat, ótimo desenho esse. Seu traço nesse tipo de trabalho melhora a cada nova visita que faço aqui. 😄
Apenas uma colocação: a arvore no primeiro plano, destoa completamente do foco principal, que a meu ver é o grupo inserte entre as montanhas. Creio que essa mistura não ficou muito adequada. Ou um elemento, como essa arvore, fica sozinha, ou então apenas o grupo. 😲
Claro, opinião de um leigo e admirador de seus trabalhos. 😮ops: 😮ops:
Apenas uma colocação: a arvore no primeiro plano, destoa completamente do foco principal, que a meu ver é o grupo inserte entre as montanhas. Creio que essa mistura não ficou muito adequada. Ou um elemento, como essa arvore, fica sozinha, ou então apenas o grupo. 😲
Claro, opinião de um leigo e admirador de seus trabalhos. 😮ops: 😮ops:
Olá a todos
Duprat, meus parabéns pelo excelente trabalho 😉
Contudo não posso deixar de concordar com exposto pelo amigo Luiz Fernando "Nicky"....também se possivel, tentar não se deixar levar pelo pormenor...tentar considerar de igual forma, o "vazio", onde algo fica por dizer...
É a apenas minha opinião,
Continuação destes excelentes trabalhos, que tanto nos alegram contemplar...
Um bem hajas 😉
[ ]s
Castro
Duprat, meus parabéns pelo excelente trabalho 😉
Contudo não posso deixar de concordar com exposto pelo amigo Luiz Fernando "Nicky"....também se possivel, tentar não se deixar levar pelo pormenor...tentar considerar de igual forma, o "vazio", onde algo fica por dizer...
É a apenas minha opinião,
Continuação destes excelentes trabalhos, que tanto nos alegram contemplar...
Um bem hajas 😉
[ ]s
Castro
Grande Duprat,
muito boa a pintura. Grande número de detalhes e uma boa estrutura entre as montanhas e as árvores. Apesar de ser uma maravilha concordo com os amigos no sentido da relação entre as árovres em grupo e a isolada. Me pareceu a isolada um pouco maior que as do grupo, a isolada está fote demais em relação ao grupo. Mas não deixa em nada de a desmerecer a pintura.
T+
muito boa a pintura. Grande número de detalhes e uma boa estrutura entre as montanhas e as árvores. Apesar de ser uma maravilha concordo com os amigos no sentido da relação entre as árovres em grupo e a isolada. Me pareceu a isolada um pouco maior que as do grupo, a isolada está fote demais em relação ao grupo. Mas não deixa em nada de a desmerecer a pintura.
T+
Caro nickyfury,
Na minha opinião a sua opinião é pertinente e nada leiga. Sentia que faltava alguma coisa, você que sobra alguma coisa. A pintura e o bonsai são duas montanhas que se debruçam sobre o mesmo vale. O processo na pintura não é tão demorado, mas as questões estéticas muitas vezes coincidem.
Como este é menor que o outro não cabia detalhar demais pois impresso ficaria microscópico. O segundo grupo que você achou que é suficiente já tem uma proporção diminuta. O objetivo era ter somente um elemento de destaque, nítido, concreto, contrastando com o vazio do fundo. Queria a montanha leve como nas pinturas orientais de nanquim, identificadas com o vazio do fundo e estabelecendo uma passagem entre o vazio e a forma. Como o salto ficou exagerado entrei com a vegetação em segundo plano. Vou continuar estudando uma solução para isso. Uma árvore bem trabalhada e quase mais nada (desejo mais japonês do que chinês creio). Como no bonsai a gente cria os problemas e depois fica doido tentando resolver.
Valeu imensamente pela colocação. Como professor as pessoas têm certo pudor de fazer comentários o que é péssimo para mim e minha pintura. A perspectiva do criador é sempre próxima demais, como você bem sabe...
Na minha opinião a sua opinião é pertinente e nada leiga. Sentia que faltava alguma coisa, você que sobra alguma coisa. A pintura e o bonsai são duas montanhas que se debruçam sobre o mesmo vale. O processo na pintura não é tão demorado, mas as questões estéticas muitas vezes coincidem.
Como este é menor que o outro não cabia detalhar demais pois impresso ficaria microscópico. O segundo grupo que você achou que é suficiente já tem uma proporção diminuta. O objetivo era ter somente um elemento de destaque, nítido, concreto, contrastando com o vazio do fundo. Queria a montanha leve como nas pinturas orientais de nanquim, identificadas com o vazio do fundo e estabelecendo uma passagem entre o vazio e a forma. Como o salto ficou exagerado entrei com a vegetação em segundo plano. Vou continuar estudando uma solução para isso. Uma árvore bem trabalhada e quase mais nada (desejo mais japonês do que chinês creio). Como no bonsai a gente cria os problemas e depois fica doido tentando resolver.
Valeu imensamente pela colocação. Como professor as pessoas têm certo pudor de fazer comentários o que é péssimo para mim e minha pintura. A perspectiva do criador é sempre próxima demais, como você bem sabe...
Antonio Castro escreveu:Olá a todos
Contudo não posso deixar de concordar com exposto pelo amigo Luiz Fernando "Nicky"....também se possivel, tentar não se deixar levar pelo pormenor...tentar considerar de igual forma, o "vazio", onde algo fica por dizer...
Castro
Caro castro, Agradeço o apoio.
A questão do vazio é justamente o que estou a estudar. Para os orientais entretanto o vazio é o branco do papel. No ocidente entretanto o vazio é um caos cheio de coisas, que se neutralizam criando um padrão neutro no campo plástico da imagem.
O espírito pretendido é este que você comentou, a imaginação deve completar a imagem, mas a competência para conseguir o pretendido ainda vai longe.
Vamos ver. Tal como os bonsai isso tudo requer muita paciência e trabalho.
darkaso escreveu:Grande Duprat,
muito boa a pintura. Grande número de detalhes e uma boa estrutura entre as montanhas e as árvores. Apesar de ser uma maravilha concordo com os amigos no sentido da relação entre as árovres em grupo e a isolada. Me pareceu a isolada um pouco maior que as do grupo, a isolada está fote demais em relação ao grupo. Mas não deixa em nada de a desmerecer a pintura.
T+
Grande Darkaso, agradeço a força e dica pertinente.
Demorei a responder né? foi porque estava a mexer na gravura. Creio que a alteração recomendada na proporção melhorou o todo bastante.
Valeuuuuuu,😂 😂 😂 😂

Duprat,
ficou melhor sim. Deu uma redimensionada no todo. Só com essa diminuição da árvore maior. Muito bom.
T+
ficou melhor sim. Deu uma redimensionada no todo. Só com essa diminuição da árvore maior. Muito bom.
T+
"duprat"][quote="Antonio Castro escreveu:
A questão do vazio é justamente o que estou a estudar. Para os orientais entretanto o vazio é o branco do papel. No ocidente entretanto o vazio é um caos cheio de coisas, que se neutralizam criando um padrão neutro no campo plástico da imagem....
O espírito pretendido é este que você comentou, a imaginação deve completar a imagem, mas a competência para conseguir o pretendido ainda vai longe.
Vamos ver. Tal como os bonsai isso tudo requer muita paciência e trabalho.
Olá amigo Duprat
Antes de mais as minhas desculpas se desvirtuei o seu trabalho, também comungo desse seu interesse,...tentar descobrir as coisas de uma outra prespectiva/modo diferente, p/ melhor vivenciar esta nobre arte.
😲 OOPS, enviei a outra msg sem querer 😮ops: ..era para "prever", e....
Olá amigo Duprat
Antes de mais as minhas desculpas se desvirtuei o seu trabalho
Também comungo desse seu interesse,...tentar descobrir as coisas de uma outra prespectiva/modo diferente, p/ melhor vivenciarmos esta nobre arte, e quem sabe a arte da vida.
Tal como o amigo, também não tenho competências para tal, o tema é demasiado complexo para podermos entender...
mas a ideia que tentei passar na minha anterior msg, seria "talvez" algo dentro deste género...talvez...
.....................................................
Continuação de um bom trabalho 😉
[ ]s
Castro
duprat escreveu:
A questão do vazio é justamente o que estou a estudar. Para os orientais entretanto o vazio é o branco do papel. No ocidente entretanto o vazio é um caos cheio de coisas, que se neutralizam criando um padrão neutro no campo plástico da imagem....
O espírito pretendido é este que você comentou, a imaginação deve completar a imagem, mas a competência para conseguir o pretendido ainda vai longe.
Vamos ver. Tal como os bonsai isso tudo requer muita paciência e trabalho.
Olá amigo Duprat
Antes de mais as minhas desculpas se desvirtuei o seu trabalho
Também comungo desse seu interesse,...tentar descobrir as coisas de uma outra prespectiva/modo diferente, p/ melhor vivenciarmos esta nobre arte, e quem sabe a arte da vida.
Tal como o amigo, também não tenho competências para tal, o tema é demasiado complexo para podermos entender...
mas a ideia que tentei passar na minha anterior msg, seria "talvez" algo dentro deste género...talvez...
.....................................................

Continuação de um bom trabalho 😉
[ ]s
Castro
Caro castro,
Fique a vontade em suas sugestões.
Minha mensagem anterior também ficou deveras sucinta para esclarecer o que estou a pesquisar. Creio que não caberia aqui. Como você também gosta de pintura aproveito para lhe convidar para participar de um fórum de pintura que estou começando a montar. Aliais todos serão muito bem vindos. É uma cópia cuspida e escancarada deste fórum aqui, no qual tanto aprendo todos os dias e que tenho muito gosto em participar.
http://www.marceloduprat.net/forum/phpBB2/index.php
Infelizmente por enquanto falta o espírito de participação e generosa colaboração que encontramos aqui. Ainda tem muitos poucos participantes ....mas já tem a participação de quatro colegas professores da universidade. Acho o pessoal da pintura meio preguiçoso para escrever... enfim está lá. Tem um tópico que estou a desenvolver como apoio a uma disciplina que trata justamente da questão do vazio na pintura (o campo plástico na pintura de paisagem). Por enquanto são só anotações como em um diário. Vamos ver se pelo menos meus alunos no decorrer do período se animam em ofertar suas pesquisas sobre o assunto.
Fique a vontade em suas sugestões.
Minha mensagem anterior também ficou deveras sucinta para esclarecer o que estou a pesquisar. Creio que não caberia aqui. Como você também gosta de pintura aproveito para lhe convidar para participar de um fórum de pintura que estou começando a montar. Aliais todos serão muito bem vindos. É uma cópia cuspida e escancarada deste fórum aqui, no qual tanto aprendo todos os dias e que tenho muito gosto em participar.
http://www.marceloduprat.net/forum/phpBB2/index.php
Infelizmente por enquanto falta o espírito de participação e generosa colaboração que encontramos aqui. Ainda tem muitos poucos participantes ....mas já tem a participação de quatro colegas professores da universidade. Acho o pessoal da pintura meio preguiçoso para escrever... enfim está lá. Tem um tópico que estou a desenvolver como apoio a uma disciplina que trata justamente da questão do vazio na pintura (o campo plástico na pintura de paisagem). Por enquanto são só anotações como em um diário. Vamos ver se pelo menos meus alunos no decorrer do período se animam em ofertar suas pesquisas sobre o assunto.
bonsai
Duprat, ainda continuarei a me considerar um leigo nesse assunto, embora arrisque um palpite ou dois. 😮ops: 😮ops:
Creio que o redimensionamento ficou menos impactante, mas não sei se mais atrativo, se é que se pode compreender tal indecisão.... 😲
De qualquer forma, temos em voce um ótimo artesão para moldar nossas idéias, mostrando para todos, com sua arte, uma nova visão dos nossos anseios em construir algo inusitado e surpreendente. 😄
Certamente, linhas e traços, quando bem executados, permitem construir algo que, tal como o bonsai, antes não passava de simples rabiscos. Juntar esses rabiscos e formar uma obra de arte não é tarefa para nós, leigos. Não aspiro a tanto, mas alegra-me poder ver, em sua arte, representados minhas pretensões bonsaisticas.... 😄
Creio que o redimensionamento ficou menos impactante, mas não sei se mais atrativo, se é que se pode compreender tal indecisão.... 😲
De qualquer forma, temos em voce um ótimo artesão para moldar nossas idéias, mostrando para todos, com sua arte, uma nova visão dos nossos anseios em construir algo inusitado e surpreendente. 😄
Certamente, linhas e traços, quando bem executados, permitem construir algo que, tal como o bonsai, antes não passava de simples rabiscos. Juntar esses rabiscos e formar uma obra de arte não é tarefa para nós, leigos. Não aspiro a tanto, mas alegra-me poder ver, em sua arte, representados minhas pretensões bonsaisticas.... 😄
É nick, também concordo. Tirar a árvore também não funcionou....
mas está longe do clima do primeiro, que por sinal fiz uma versão noturna que ficou ainda mais astral. O photoshop é fantástico neste aspecto. trabalha-se até não saber mais para onde ir, que é o caso aqui em questão.
Agora é dar tempo ao tempo para saber ao certo o que procede. Como sempre o simples nada tem de fácil e o vazio que enche e participa da imagem algo bem complexo de alcançar na pintura e nos bonsai.
Valeu imensamente por sua sinceridade e sensibilidade.
mas está longe do clima do primeiro, que por sinal fiz uma versão noturna que ficou ainda mais astral. O photoshop é fantástico neste aspecto. trabalha-se até não saber mais para onde ir, que é o caso aqui em questão.
Agora é dar tempo ao tempo para saber ao certo o que procede. Como sempre o simples nada tem de fácil e o vazio que enche e participa da imagem algo bem complexo de alcançar na pintura e nos bonsai.
Valeu imensamente por sua sinceridade e sensibilidade.
bonsai
Duprat, naquele link que traz lindos desenhos de artistas japoneses, dos quais voce selecionou alguns para mostrar aqui no forum, há alguns que vislumbrei apenas traços, não sei se nanquim ou outro recurso, em que há apenas a insinuação de algo maior. 😲
Talvez pudesse voce, com sua criatividade e excelencia em desenho, fazer algo parecido, ou até melhor, com esse desenho em particular. Apenas mostrando algo tracejado (não sei se esse o termo correto), ao invés de um desenho totalmente preenchido. Talvez dessa forma tivesse o vazio que citas, vez que, ao riscar os contornos, sem no entanto fechar o risco, poderias mostrar essa paisagem desnudada, mas ao mesmo tempo repleta, vez que os elementos principais estariam ali, ainda presentes, sem no entanto "roubarem" a cena entre eles. 😄
Talvez pudesse voce, com sua criatividade e excelencia em desenho, fazer algo parecido, ou até melhor, com esse desenho em particular. Apenas mostrando algo tracejado (não sei se esse o termo correto), ao invés de um desenho totalmente preenchido. Talvez dessa forma tivesse o vazio que citas, vez que, ao riscar os contornos, sem no entanto fechar o risco, poderias mostrar essa paisagem desnudada, mas ao mesmo tempo repleta, vez que os elementos principais estariam ali, ainda presentes, sem no entanto "roubarem" a cena entre eles. 😄
bonsai
Duprat, desculpe a continuação, sem esperar resposta, mas é que encontrei um novo site, sobre KAKEMONO e achei que talvez possa interessar ao nobre amigo:
http://lejardindekanojo.free.fr/kakemono/kakemono.php
Está em francês, mas não é lá um idioma tão complexo quanto nihon go (japonês) de maneira que creio voce não terá dificuldades em ler. 😉
http://lejardindekanojo.free.fr/kakemono/kakemono.php
Está em francês, mas não é lá um idioma tão complexo quanto nihon go (japonês) de maneira que creio voce não terá dificuldades em ler. 😉
que maravilha de site nicky, 😲
Destaco este bonsai que é um dos mais belos que já vi (ou serão meus olhos leigos)

e que apresentação. Perfeição é a palavra. Até a graminha sob a árvore que parece separada dela ficou estranhamente perfeita.
Já ganhei a noite. O programa dos vasos que estava a revisar fica para depois. Vou passear...
😄 😄
Destaco este bonsai que é um dos mais belos que já vi (ou serão meus olhos leigos)

e que apresentação. Perfeição é a palavra. Até a graminha sob a árvore que parece separada dela ficou estranhamente perfeita.
Já ganhei a noite. O programa dos vasos que estava a revisar fica para depois. Vou passear...
😄 😄
Mas voltando, agora eu sem deixar tempo para sua resposta, para você entender. O meu primeiro kakemono tem um vazio mais oriental mesmo, o vazio é o branco do papel ou da seda, sob o qual entram manchas de nanquim, por vezes totalmente suaves, com um cinza bem claro. O belo kakemono do site que você indicou é deste tipo.

Neste meu outro, o deste tópico, queria algo mais ocidental, nacional, e por que não dizer, pessoal.
O Hiroshide, que com certeza você conhece, faz gravuras sobre madeira onde predominam as chapadas de cor que cobrem completamente o branco do papel. Não há a mesma leveza típica da mancha. Mas para conquistar esta leveza etérea da mancha não há necessariamente que usar o recurso de manter o branco do papel. Os ocidentais por vezes alcançam o etéreo de maneira totalmente diferente. O vazio é por vezes cheio de coisas. Para exemplificar isso deixo aqui um estudo de base totalmente preenchido e cheio de uma trama que acaba por formar uma espécie de vazio, de onde começam a aparecer duas montranhas.

Não é que partilhe do preconceito ocidental de ter de ser original, é só uma necessidade de entender a questão trabalhada por ambas culturas, em todos os seus aspectos e facetas (questão do vazio).
Agora, o oposto ao disforme e etéreo é a forma nítida e material. Este contraste dos opostos dá caráter e identidade aos combatentes - a forma e o disforme.
Pensei então em colocar uma árvore somente, nítida, trabalhada e com estilo determinado, de um lado e o vazio, seja lá qual for, de outro. Não queria perder o trabalho, que tenho gostado muito, de desenhar as árvores entende...
Divaguei né?

Neste meu outro, o deste tópico, queria algo mais ocidental, nacional, e por que não dizer, pessoal.
O Hiroshide, que com certeza você conhece, faz gravuras sobre madeira onde predominam as chapadas de cor que cobrem completamente o branco do papel. Não há a mesma leveza típica da mancha. Mas para conquistar esta leveza etérea da mancha não há necessariamente que usar o recurso de manter o branco do papel. Os ocidentais por vezes alcançam o etéreo de maneira totalmente diferente. O vazio é por vezes cheio de coisas. Para exemplificar isso deixo aqui um estudo de base totalmente preenchido e cheio de uma trama que acaba por formar uma espécie de vazio, de onde começam a aparecer duas montranhas.

Não é que partilhe do preconceito ocidental de ter de ser original, é só uma necessidade de entender a questão trabalhada por ambas culturas, em todos os seus aspectos e facetas (questão do vazio).
Agora, o oposto ao disforme e etéreo é a forma nítida e material. Este contraste dos opostos dá caráter e identidade aos combatentes - a forma e o disforme.
Pensei então em colocar uma árvore somente, nítida, trabalhada e com estilo determinado, de um lado e o vazio, seja lá qual for, de outro. Não queria perder o trabalho, que tenho gostado muito, de desenhar as árvores entende...
Divaguei né?