Olá Eurobert
euorobert escreveu:
Antonio, vc falou...
"um adubo com excesso de Azoto, dai essas ponteiras alongadas "
desculpe a minha ignorancia, mas, o que vem a ser o azoto? O adubo que eu estou usando é a torta de mamona, isso é bom ou ruim, é o suficiente?
Correcto o Azoto é Nitrogénio 😉
http://pt.wikipedia.org/wiki/Nitrog%C3%AAnio
Não sei se o que usa, é bom ou mau, nunca usei, nem conheço pessoalmente alguém que o faça, só conheço de ouvir ou ler por aqui..mas deve ser bom, por isso existem por ai tantos bonsaistas a administrá-los.
O que determina se faz bem ou mal, são os valores de "NPK", de preferência, ajustados em função daquilo que pretendemos 😉...ainda que se possa fazê-lo, não se deve adubar um Pinheiro da mesma forma que se aduba uma Azálea, ou um Prunus...são espécies diferentes, têm carências/necessidades, diferentes também, não basta adubar mais ou menos vezes, uma ou outra, deve-se facultar um, cujo desequilíbrio de NPK, deixe de o ser, ao se ajustar melhor à estação do ano, ou promoção da floração ou frutificação, por exemplo.
Existem adubos mais fracos, como os que temos por cá para Bonsai, os de força moderada e elevada...para outros fins de horticultura.
Como será óbvio, se eu administrar um adubo de niveis baixos e equilibrados, vou ter um maior controle sobre a folhagem, do que alguém que administra um adubo de força elevada de (10 para cima) com altos niveis de nitrogénio...pelo menos terá mais problemas em conseguir controlar o crescimento da folha e os entrenós.
É claro que tal como os outros tenho adubos de vários fabricantes, alguns até fortes, mas só os administro, após o ter tentado sem problemas nos Pré-bonsai...e sempre com muita precaução 😉
O mais forte que tenho actualmente é "Phostrogen" com NPK 14-10-27, contendo ainda todos os micronutrientes essenciais.
Para plantas/árvores de Jardim, são 4 colheres de chá por 10L de água.....para floreiras, sementeiras e plantas jovens, passa a uma colher por cada 10 litros....para um bonsai 🙄 😕..toda a precaução é pouca, e nada de seguir à risca aquilo que manda, o rótulo...mas sim aquilo que se foi experimentando.
Boa sorte
Cptos.
Castro