Castro, não só voce se surpreende com essas invencionices. Aqui tambem temos a oportunidade de vislumbrar esse tipo de proposta, em que diversas estacas de ficus são trançadas, formando uma copa alta e arredondada, valorizadas em parques, jardins, geralmente envasadas para adornar pérgulas, sacadas e outros locais. 😄
Vez ou outra, algum cultivador, iniciante na arte bonsai, apresenta no forum esse tipo de ficus, pedindo orientação. Creio que é uma maneira interessante de se obter um caule grosso nessa espécie, mas há outras técnicas, mais arrojadas e que permitem uma estruturação mais bonita e compativel que essa, para formar um lindo tachiagari. 😄
Mas como costumo dizer, gosto é igual a pescoço: cada um tem o seu. 😂 😂
Ibmaker, a propósito de seu questionamento, a serissa não funde os caules. Outras variedades possiveis de fundir o caule são o ulmus, a piracanta, celtis, zelkova, ligustro, resedá, oliveira, azalea e citricas. 😄
Romanzeira, serissa, carmona, caliandra, cotoneaster, não costumam fundir. Pode-se, no entanto, forçar uma espécie de fusão via enxerto por encostia, raspando-se a casca e juntanto-se os caules, mas o resultado não é 100%, e ao final, não se terá o efeito desejado. 🙁
A azalea não funde troncos antigos, apenas brotações novas, ainda verdes, é que podem ser tentadas a serem formadas. Penso que talvez as raizes, com o tempo, podem vir a formar um nebari unico, mas é necessário certa técnica para fazer isso. 😲