Olá a todos
FrK_leal escreveu:
...mas o que é novo, pelo menos p/mim, são as sucessivas desfolhas que o mestre faz no galho de sacrifício, deixando folhas só na ponta e não no meio do galho, evitando que se faça sombra na estrutura principal....
FrK_leal
O que refere deve-se ao facto de que aquilo que se pretende, é que o ramo de sacrificio, se desenvolva ainda mais...ao podá-lo dessa forma está-se a estimular que o denvolvimento se faça com maior evidencia na ponta o ramo (crescimento, e consequentemente encorpar) coisa que a árvore por si só já faz, distribui a energias para os ápices, só que agora com maior prioridade 😉 .
Se a poda fosse nas pontas dos ramos, estar-se-ia dessa forma a estimular a rebentação de novos ramos ao longo do ramo secundário e tal facto representa pelo retroceder de energia uma diminuição de metabolismo nesse local.
Uma das normas que nós não usamos ( eu incluido 😮ops: ) é que os ramos só deviam ser podados apenas quando tivessem a grossura pretendida, sendo que estes devem ser aramados para terem as sinuosidades pretendemos, e de pois levar uma dobra, vira-lo para cima, para crescer à vontade.
Caro Nabase
Eu concordo em pleno com a opinião do Amigo Rodrigo-RS...se tiver espaço para tal, é claro 😉 🙂
Boa sorte
Castro