Caro Castro, Grande Castro.
Enfim nos esbarramos novamente. Em primeiro lugar desculpe a demora em responder. Achei que estava de férias mas ainda não.
Obrigado pela dica do adubo, vai ajudar muito.
A dinâmica dos tronquinhos ainda não está, digamos, decidida. De fato este túnel, muito bem observado, não me parece usual, de modo que, ou o trabalho se volta decidamente para ele, afirmando-o, ou terei de alterar este túnel. Normalmente as barcas, assim com os bosques, têm troncos retos, o que me parece deveras chato..... vamos ver, ainda está muito nos primeiros anos, com cara de que nem saiu das fraldas. Rzrzrz. Como defesa só tenho o argumento que uso o fórum como uma espécie de registro. Afinal o legal é o desenvolvimento, o processo, em que podemos não só acompanhar mas desenvolver juntos um trabalho, e isso sobretudo em seu aspecto estético.
Desisti de cortar as raízes, mas como esta é a “técnica” fiquei na espectativa. Para não ficar duzentos anos esperando para pensar a dinâmica plástica do trabalho fiz um suiban com pontos de aramagem precisos. Nos locais onde pude puxar a parte das raízes o mais para baixo possível diminuindo sua altura no antigo nebari, para ele não roubar o foco do trabalho.
É pena que as eugenias são tão complicadinha no que diz respeito ao desenvolvimento de raízes e ramos... a planta demora a responder. Perdi também um ramo importante, o penúltimo na foto do vaso de barro com as pedras. O ultimo é independente e virei ao contrário.
Caro Alexandre,
Devo confessar que a árvore da direita é independente, meu curinga. Ela é aquela que fiz um projeto a algum tempo.
Desisti de ficar olhando para ela fininha, galhinho, em um vaso desproporcional. Sejamos sinceros, levaria uns cinco anos para chegar perto do projeto. Preferi colocar junto com a barca que com a perda do último ramo da direita tinha ficado com um número par de troncos. Os outros troncos não tem como mudar de lugar pois pertencem a barca. Só da para mexer na dinâmica interna.
Enquanto uma idéia mais fechada não amadurece vou cultivar ele tal como está então. Valeu o toque. Não me esqueço de uma ocasião que quase tirei um ramo de meu ulmo, mas que o Darkaso não gostou da idéia. Hoje é um dos pontos mais interessantes da planta.....