Fabio Dougla S. Bezerra escreveu:
Agradeço a todos pelos elogios e sugestões.
Darkaso amigo quanto a ponte no alporque costumo deixa, pois acredito facilitar o alporque de certa forma creio que se a ponte permanecer no caso de goiabera a parte a ser retirada ainda tera uma ligação com a planta mãe recebendo nutrientes e com o tempo sendo desligada.
Olá Fábio e Dark
O Alporque com
"pontes" é sempre uma vantagem/segurança quando existe a possibilidade de se perder a árvore, por exemplo: no caso do tronco único. 😉
No local onde aquele se encontrava, a julgar pelas fotos, não seria necessário de todo..porque existia outros ramos que continuariam a fornecer nutrientes ao sistema radicular ou seja, a árvore própriamente dita, não necessita daquele ramo para a sua sobrevivência.
E aquele ramo,
"dependendo da espécie" aguenta um par de anos naquelas condições, é uma questão de tempo... já que continua a receber pelo alburno/xilema todos os nutrientes que necessita para a sua sobrevivência, como acontecia antes de tal intervenção.
O que o anel de malpighi provoca, é uma interrupção das seiva elaboradas provenientes da fotosintese ou dos nutrientes de um adubo foliar, para alimentação das raizes... como existe outra fonte de abastecimento que não esta, nesse aspecto não haverá problemas de maior, no entanto
"cuidados e caldos de galinha...nunca fizeram mal a ninguém", eu por precaução também prefiro fazer com pontes, mas os meus exemplares são pequenos 😉.
Em arvores desse tipo e nessas condições, penso que fazê-lo com pontes até poderá ser contraproducente, porque a arvore ao encontrá-los, o que vai fazer, é encontrar caminhos alternativos para nova circulação, gastando para isso tempo e energia, quando o que devia era começar todo o processo de criação de raizes.
Agora parece-me é que a escolha do local não terá sido das mais felizes...já que tinha que ser feito,
"talvez" tivesse sido preferivel executá-lo um pouco mais acima. 🙁
Esse tronco cilindrico dificilmente se tornará "cónico", ou vai estar sem o ser uns bons anos, e esse aspecto é (pelo que me parece) uma das poucas directrizes que será comum a todas as vertentes/estilos..."A Conicidade"...tantas vezes esquecida sobretudo por quem pratica "yamadori" 😕 🙁 .
Agora, pelo que vejo para corrigir isso (se assim o entender)... e pretender valoriza-lo fazendo jus ao trabalho&dedicação até então..., talvez só rebaixando a arvore, ...ou seja, descartar aquilo que no actual momento é precisamente a parte mais interessante 😉, ou então deixá-lo restablecer-se e fazer e depois repetir o o processo, fazer um um alporque mais acima...
"Talvez"...e aqui sim, justifica-se a máxima a 100%,
"com pontes" 😉
No entanto, gostei...foi um bom trabalho, vale pela experiência, pela coragem e pela vontade em o partilhar...logo resta-me desejar o maior dos Sucessos 😉 .
Ficamos a aguardar pelos novos desenvolvimentos
Boa Sorte
Cptos.
Castro