Pedro, segue abaixo um texto que traduzi de um livro sobre bonsai. A bibliografia está ao final do texto. Espero que seja de alguma valia aos interessados em cultivar esta interessante conífera.
Taxodium disticum – Conhecido também como cipreste dos pântanos ou mais vulgarmente como pinheiro do brejo, este gênero, que engloba somente três espécies, se distribui em uma faixa que se estende desde o sul dos Estados Unidos ao México. As duas espécies norte-americanas (T. disticum e T. ascendens) são de folhas caducas e vivem em solos pantanosos, as vezes submersos. Quando atinge a maturidade, o Taxodium disticum desenvolve ao redor da base um tipo de raízes aéreas especiais, denominadas neumatóforos, que têm a função de fornecer oxigênio para as raízes. O Taxodium mucronatum é uma espécie perene é a árvore nacional do México. Perto de Santa Maria de Tule existe um exemplar de mais de 2000 anos, com uma circunferência de uns 35 metros. Os Taxodium são plantas monóicas, com as folhas dispostas em serie dupla, estreitas, macias, planas e levemente curvadas, verde-claras, tornando-se alaranjadas no outono. As flores masculinas se agrupam em cachos ramificados e pendentes, enquanto as femininas são pequenas, circulares, providas de um pecíolo curto; os frutos em forma de cone globoso pendunculado, quando ma-
duros se desmancham liberando as sementes. Apresentam casca casta-nho-avermelhada. São arvores com grande capacidade de adaptação e vigor vegetativo, o que as tornam ideais para viverem em vasos de bonsai. Os colecionadores norte-americanos possuem esplendidos exemplares de Taxodium, entretanto estão ausentes das coleções orien-tais.
Localização: Esta planta deve ser exposta a pleno sol, porém procurando evitar que o substrato seque por completo. Proteger no inverno.
Transplante: Cada 2-3 anos no outono ou primavera, e em um substrato a base de 80% de terra vegetal e 20 % de areia grossa de rio, com boa drenagem.
Poda: No momento do transplante, podar consideravelmente as raízes, preferencialmente no outono, ao mesmo tempo que se realiza a redução seletiva da copa. Cortar os novos brotos, pinçando-os com os dedos, operação que se pode levar a cabo durante toda a época de desenvolvimento, antes que endureçam. Eliminar os brotos desnecessários ao longo do tronco e ramos.
Aramação: As aramações para o posicionamento de tronco e ramos devem ser feitas entre primavera e verão; controlar periódicamente para evitar que a casca fique com marcas. Após um transplante deve-se esperar no mínimo três meses para efetuar aramação.
Adubação: Cada 20-30 dias, desde a primavera até o outono, com um período de descanso no período mais quente do verão.
Rega: Diariamente, ao longo da estação de crescimento. Durante a época de mais calor, deve-se colocar um recipiente com água embaixo do vaso, de modo que as raízes tenham umidade necessária o tempo todo.
Propagação: Por sementes, estacas e mergulhia.
Estilos: Ereto formal, ereto informal, inclinado, raiz sobre pedra, abraçado à pedra, tronco gêmeo, tronco múltiplo, bosque. Adequado para todos os tamanhos.
Taxodium disticum
Bibliografia: Guia Del Bonsai – Gianfranco Giorgi – Ed. Grijalbo Mondadori AS - Barcelona Tradução do espanhol por: Luis A . de Macedo Rodrigues
Taxodium disticum – Conhecido também como cipreste dos pântanos ou mais vulgarmente como pinheiro do brejo, este gênero, que engloba somente três espécies, se distribui em uma faixa que se estende desde o sul dos Estados Unidos ao México. As duas espécies norte-americanas (T. disticum e T. ascendens) são de folhas caducas e vivem em solos pantanosos, as vezes submersos. Quando atinge a maturidade, o Taxodium disticum desenvolve ao redor da base um tipo de raízes aéreas especiais, denominadas neumatóforos, que têm a função de fornecer oxigênio para as raízes. O Taxodium mucronatum é uma espécie perene é a árvore nacional do México. Perto de Santa Maria de Tule existe um exemplar de mais de 2000 anos, com uma circunferência de uns 35 metros. Os Taxodium são plantas monóicas, com as folhas dispostas em serie dupla, estreitas, macias, planas e levemente curvadas, verde-claras, tornando-se alaranjadas no outono. As flores masculinas se agrupam em cachos ramificados e pendentes, enquanto as femininas são pequenas, circulares, providas de um pecíolo curto; os frutos em forma de cone globoso pendunculado, quando ma-
duros se desmancham liberando as sementes. Apresentam casca casta-nho-avermelhada. São arvores com grande capacidade de adaptação e vigor vegetativo, o que as tornam ideais para viverem em vasos de bonsai. Os colecionadores norte-americanos possuem esplendidos exemplares de Taxodium, entretanto estão ausentes das coleções orien-tais.
Localização: Esta planta deve ser exposta a pleno sol, porém procurando evitar que o substrato seque por completo. Proteger no inverno.
Transplante: Cada 2-3 anos no outono ou primavera, e em um substrato a base de 80% de terra vegetal e 20 % de areia grossa de rio, com boa drenagem.
Poda: No momento do transplante, podar consideravelmente as raízes, preferencialmente no outono, ao mesmo tempo que se realiza a redução seletiva da copa. Cortar os novos brotos, pinçando-os com os dedos, operação que se pode levar a cabo durante toda a época de desenvolvimento, antes que endureçam. Eliminar os brotos desnecessários ao longo do tronco e ramos.
Aramação: As aramações para o posicionamento de tronco e ramos devem ser feitas entre primavera e verão; controlar periódicamente para evitar que a casca fique com marcas. Após um transplante deve-se esperar no mínimo três meses para efetuar aramação.
Adubação: Cada 20-30 dias, desde a primavera até o outono, com um período de descanso no período mais quente do verão.
Rega: Diariamente, ao longo da estação de crescimento. Durante a época de mais calor, deve-se colocar um recipiente com água embaixo do vaso, de modo que as raízes tenham umidade necessária o tempo todo.
Propagação: Por sementes, estacas e mergulhia.
Estilos: Ereto formal, ereto informal, inclinado, raiz sobre pedra, abraçado à pedra, tronco gêmeo, tronco múltiplo, bosque. Adequado para todos os tamanhos.
Taxodium disticum
Bibliografia: Guia Del Bonsai – Gianfranco Giorgi – Ed. Grijalbo Mondadori AS - Barcelona Tradução do espanhol por: Luis A . de Macedo Rodrigues



