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Floresta de Pitangueiras

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Flavio Janones06/08/2011 21:18
Floresta de Pitangueiras
Tentei pela primeira vez fazer uma floresta, depois de ler algumas coisa sobre elas resolvi arriscar e fazer uma com algumas mudas de pitanga feitas a uns 4 anos para esse fim.

Não sei se ficou muito bom tecnicamente, mas acho que para uma primeira tentativa ficou legal.

Eu tentando posicionar as mudas maiores.


Todas as 11 mudas plantadas, mas ainda com muitos galhos.


Agora depois de uma poda, para remover o muitos galhos cruzados que existiam.


Qualquer opinião ou sujestão, serão bem vindas.
Pedro Catarin06/08/2011 21:52
Caaaara!!! Que massa que ficou!!! 😲 😄

As plantas ficaram muito bem posicionadas, a poda ficou muito bem feita... só tem uma coisinha que você poderia mudar, as plantas das extremidades laterais poderiam ficar um pouquinho inclinadas, dando um aspecto mais natural (observe "florestinhas" naturais por aí para ver como é).

Abraços e parabéns pelo ótimo trabalho!!! 😄
bruno matorizen06/08/2011 22:09
da hr cara muito massa (:
Ricardo Paiva06/08/2011 23:38
Muito legal Flávio, bom trabalho. Apesar de só ter um bosque, adoro o estilo.
Algumas sugestões:
1 - indico que no próximo trabalho você trabalhe as árvores, uma a uma, antes da montagem do bosque. Certamente o arranjo ficaria diferente do que você fez.
2 - a árvore a esquerda, que possue uma bifurcação, deixaria um dos troncos muito mais baixo que o outro.
3 - Outra coisa, para proporcionar trimendicionalidade ao bosque, preferencialmente as árvores maiores, de troncos mais grossos, devem ficar a frente e as mais finas atrás, proposcionando profundidade ao conjunto.
Veja estes exemplos:






Sobre a sugestão do Pedro, acho que ele se refere a isto:

Este é meu bosque de jabuticabas.
Pedro Catarin07/08/2011 00:13
É bem isso aí Ricardo! Já que o conjunto formará uma copa única mais arredondada, seria legal inclinar as plantas.

Abraços!
Flavio Janones07/08/2011 07:52
Obrigado a todos que responderam.

Pedro, sobre a inclunação, pretendo fazer.
Minha ideia inicial seria na proxima aramação inclinar as plantas laterais. Principalmente as duas da extremidade que ficaram bem retas. Mas essa aramação só seria feita em março.
Ou vocês acham que seria melhor já planta-las mais inclinadas?

Ricado, o problema da bifurcação vou corrigir agora mesmo.
Sobre a disposição das arvores mais finas ao fundo, tentei deixar as arvores maiores proximas do meio, e colocar arvores menores em volta inclusive no fundo. Você acha que seria o caso de mudar a posição das mudas? Passando todas para as mudas menores para o fundo?
Ricardo Paiva07/08/2011 18:26
Flavio, vamos por partes:
1 - inclinar as árvores das extremidades - se assim você desejar, eu não aramaria, elas ficariam com um movimento curvo que não vai combinar com o restante das árvores. Já plataria inclinada mesmo, mas a inclinação é suave.

2 - as árvores maiores ficarem no centro não é uma regra. E sim, passaria todas as plantas mais finas para trás: as mais grossas a frente e para trás vai diminuindo a expessura do tronco. Consegui me explicar?
Flavio Janones08/08/2011 10:36
Ricardo, obrigado mais uma vez.
Provavelmente não terei tempo de fazer essa mudança ate o final de semana, sendo assim, estou aberto a mais sugestões.
Marcos Castilho08/08/2011 12:59
Muito bom mesmo como foi a primeira feita por você saiu muito bom.
Pedro Catarin09/08/2011 20:48
Flavio, poderia me dizer o que você usou como "vaso"? Estou tentando fazer algumas florestas também mas arranjar vasos adequados está difícil...

Abraços!
Flavio Janones10/08/2011 09:42
Marcos, obrigado.

Pedro, como ainda é um experiencia eu utilizei uma bandeja de plastico mesmo que eu encontrei numa dessa lojas de utensílios baratos para casa, ela tem uns 70 cm x 30 cm e uns 8 cm de profundidade.
Quando estiver melhor pretendo comprar um caso mais ou menos nesse tamanho e um pouco mais raso, achar esse vaso provavelmente vai ser difícil mesmo, mas ganho um tempo com a bandeja.
Nikkei 10010/08/2011 11:14
Ficou bacana. O que me chamou atenção, como o Ricardo Paiva falou, foram as plantas mais finas ficando na parte da frente, o que atrapalha na profundidade da floresta. No mais achei bem distribuido, parabéns.
Pedro Catarin10/08/2011 13:59
Valeu! 😄
Flavio Janones10/08/2011 14:48
Obrigado Nikkei. Com as explicações do Ricardo Paiva resolvi mudar o projeto da Floresta de Pitangas.

Esse era mais ou menos o projeto inicial e q foi executado. Esse circulo grande foi colocado porque no futuro pretendo passa-la para um vaso oval.



Esse seria o novo projeto, seguindo a dica de mantar as arvores menores no fundo aumentado a noção de profundidade.



Se alguém tiver alguma sugestão para melhorar o projeto será muito bem vinda.
Nikkei 10010/08/2011 15:36
Sobre enclinar as plantas dos cantos acho que pode ou não fazê-lo. Imagino dois padrões: 1. as árvores crescem e todas possuem o mesmo aspecto (todas retas, ou todas curvas por exemplo). 2. existe o crescimento de uma árvore principal (geralmente a mai alta) e as outras seguem crescendo depois, então no caso criam sinuosidade ou inclinação para "fugir" da árvore principal ou que é mais alta, buscado desta forma obter mais luminosidade para crescer (o que no caso segue a dica de inclinar as plantas das pontas).
Veja nas fotos abaixo um exemplo: na primeira, praticamente não temos uma árvore principal, mas todas são muito parecidas, formando uma floresta homogênea. A segunda foto é do bonsaísta Nacho Marin, veja uma planta principal e note que as outras plantas parece que crescem buscando um espaço para buscar o sol.





Se observar fotos na internet, da para perceber dois tipos de formação de copa: uma em que todas as árvores formam uma única copa(1) e a outra, muito mais técnica (eu acho), onde quando olhamos de frente, existe a formação de copas em que cada uma não sobrepõe a outra(2) e (3)
(1):


(2) e (3):

Flavio Janones10/08/2011 16:40
Nikkei obrigado pelos esclarecimentos e pelos belos exemplos.

Como minha mudas não estão uniformes, fico com a opção de uma arvore principal (particularmente acho mais interessante).

Quanto a inclinação das extremidades pretendo fazer, para seguir o principio que você explicou de inclinar para "buscar um lugar melhor ao sol".

Depois de posicionadas, a ideia seria ir trabalhando individualmente as copas, simulando uma busca das arvores por uma melhor posição, sem esquecer a triangulação geral da floresta. Provavelmente não vou conseguir uma "independência" tão grande de cada copa, devido a quantidade de mudas e uma certa falta de preparo técnico. Mas quem sabe um dia, rs.
Nikkei 10010/08/2011 17:06
Vai fundo que o projeto é bom. Tenho certeza que vai ficar muito bonito!
Edicarlos Roberto11/08/2011 16:16
MTO MASSA MESMO!!!
imagine a florescencia das arvores...
Flavio Janones12/08/2011 21:51
Seguindo os conselhos do Ricardo e do Pedro, fiz um reposicionamento das mudas segundo a projeto que foi mostrado.



Ainda não ficou ideal, mas já resolveu o problema das mudas menores na frente. Outras mudanças agora terão que esperar uma tempo, talvez agora somente trabalhando as copas eu consiga algo rasoável.

Espero que não perca nenhum muda, fiquei um pouco receoso com essa mudança tão próxima da montagem da floresta. Mas agora é torcer para que ela se recupere. Na dúvida acho q vou plantar mais umas sementes 😕
Ricardo Paiva12/08/2011 22:23
Parabéns Flavio, ficou excelente seu trabalho.
Há tempos não via uma floresta com uma estrutura tão boa.
Depois que fechar as copas vai ficar um arraso.
Parabéns.
Nikkei 10013/08/2011 08:12
😲 Flávio, tecnicamente melhorou muito, triangulação, profundidade e ao observador as plantas não estão se cruzando, excelente. Parabéns, um ótimo trabalho 😄
nickyfury13/08/2011 09:12
bonsai
Flavio, para um primeiro trabalho de bosque bonsai devo dar-lhe os parabens: voce realizou um ótimo desenvolvimento com suas pitangueiras. 😄

Entretanto, é preciso esclarecer alguns pontos, surgidos principalmente nas opiniões dos demais colegas, e que acredito que a maioria desconhece ou não considerou na hora de opinar: Os diferentes posicionamentos na distribuição das plantas implica, necessáriamente, no formato que tem as plantas utilizadas na composição. Como se dá isso?

Explico: se usamos plantas com troncos retos, as plantas maiores e de troncos mais grossos deverão ficar o mais próximas possivel, e as de troncos médios, numa posição um pouco mais afastadas. As menores e mais finas, poderão ficar tanto à direita do grupo principal (ou seja, as maiores e mais grossas) e à esquerda do grupo secundário (ou seja, as de grossura e altura médios). Plantas ainda menores e mais finas poderão então ser dispostas por detrás à direita, à esquerda e ao fundo, para passar a noção de profundidade.

Lembrando sempre que ao fazermos a distribuição os troncos nunca deverão obstacularizar em demasia uns aos outros, de maneira que o observador, postado à frente, sempre consiga visualizar os caules de cada uma das plantas da composição. Nessa particularidade, aliás, reside a maior dificuldade na distribuição correta das plantas no bosque bonsai. Mas é muito importante sua consideração, para que o trabalho fique apresentavel e mostre a qualidade técnica correta.

Nos dois esquemas desenhados que vc mostrou, vemos duas linhas traçadas que se cruzam no centro do perímetro estabelecido: cada parte dessa divisão chama-se quadrante e usamos fazer o plantio, ou seja, a distribuição das plantas, dentro deles e não sobre as linhas demarcadas. Dessa forma, conseguimos realizar um posicionamento que se aproxima mais da forma correta, evitando dispersão e afastamento, principalmente das arvores do grupo principal.

Tomei a liberdade de fazer uma ligeira correção quanto à distribuição das plantas, no primeiro gráfico que vc mostrou. Repare que o correto é que as plantas fiquem distribuídas dentro dos dois quadrantes superiores, evitando sua disposição nos quadrantes inferiores. Com isso, o quadro ganha profundidade e dimensão, sem comprometer em nada o resultado final. Conquanto seja possível dispor uma ou duas arvores menores e mais finas na frente, isto é, dentro dos dois quadrantes inferiores, é incorreto fazer isso usando as arvores maiores e mais grossas, por uma questão estética. Essas devem, obrigatoriamente e sempre, ficarem dispostas nos quadrantes superiores:



Não enumerei os circulos, mas acredito que minhas especificações acima descritas possam permitir o estabelecimento correto quanto às distribuições corretas das plantas. As maiores e mais grossas sempre próximas umas das outras e no quadrante superior direito, mais próximas do centro, sem cruzar nem sobrepor a linha demarcatória. As demais, de tamanho e grossura media, sempre no centro ou próximo dele, no quadrante superior esquerdo. As mais finas, distribuídas próximas e a direita no quadrante superior direito e próximas e a esquerda, no quadrante superior esquerdo.

Agora, em relação às plantas usadas: bosques bonsai podem ser realizados de diversas maneiras e sobre as mais variadas bases, sejam elas suiban, vasos ou lajes de pedra. O importante é que arvores retas, pedem arvores complementares ou retas ou quase isso. Nesse caso, nenhuma arvore deve ficar inclinada nas extremidades dos quadrantes, como foi sugerido. A triangulação, importante nesse quadro tanto quanto em qualquer bonsai isolado, é buscada usando-se distribuir as arvores desde as maiores até as menores, isto é, do centro para as extremidades do recipiente, sem precisar inclinar nenhuma para lado nenhum.

Num bosque bonsai em que as arvores possuem movimento sinuoso, porém, o recurso de inclinarem-se as plantas postadas nas areas externas é comum, e visa um alongamento na triangulação, principalmente quando as espécies usadas possuem folhagem densa, compacta, de tamanho maior ou igual ao da pitangueira, como aceres, hayas, etc.

Por ultimo, mas igualmente importante, fiz algumas linhas de corte, em vermelho, que irão possibilitar um trabalho futuro na formação estrutural, vez que irão permitir que novas brotações surjam nos pontos de corte, o que irá facilitar esse trabalho de maneira corretamente executado:



Vale reforçar que a partir do momento em que juntamos arvores para formar um bosque ou uma floresta bonsai, as plantas deixam de serem vistas individualmente, devendo o cultivo ser realizado como se todas as plantas tratassem, na verdade, de um unico individuo. Isso se deve, principalmente, ao fato de que as raízes, com o tempo, irão se fundir, constituindo-se num emaranhado dificil de ser desfeito.

Espero que as informações que descrevi acima sirvam de orientação para a correta correção do seu excelente trabalho. Particularmente aprecio muito a composição nesse estilo (bosque bonsai) e tenho alguns em meu viveiro, incluso de pitangueiras. Ao longo dos anos em que venho praticando a arte bonsai, sempre busquei conhecimento diferenciado e maior sobre esse tipo de trabalho, e um pouco desse material é que agora disponho para voce, agora. Algumas das dicas foram retiradas de numeros antigos da revista espanhola Bonsai Actual, bem como de revistas japonesas (Bonsai Sekai e Kinbon), e de livros de bonsai importados, da minha coleção. 😄
Flavio Janones14/08/2011 16:41
Nicky obrigado pela aula...
As explicações sobre as regras foram bastante exclarecedoras. No entanto, estou com receio de fazer uma nova alteração e perder algumas mudas. Na verdade, fiquei tentado a adquirir outras mudas e executar um novo trabalho seguindo as regras mencionadas.
Seria possível dar uma ideia de distribuição para 5 e 7 mudas??
Obrigado mais uma vez.
nickyfury14/08/2011 19:29
bonsai
Flavio, realmente é preferivel manter como está, aguardando uma recuperação plena, quando as plantas irão retornar saudáveis e com crescimento vigoroso, antes de pensar em fazer alterações. Sugiro deixar como está, afinal, um primeiro trabalho implica em erros, e com eles podemos sempre estar aprendendo, sem que precisemos "matar" alguma planta para que isso aconteça, né? 😉

Um novo trabalho com 5 ou 7 peças é relativamente simples, usando o mesmo esquema que vc desenvolveu, que na minha humilde opinião é excelente, servindo sempre como uma ótima base para formar novos bosques ou mesmo florestas (a diferença entre uma coisa e outra reside na quantidade de plantas utilizadas na composição). Então, sendo assim, veja só algo para sete plantas:



Para cinco, reduza as duas centrais do quadrante superior esquerdo, deixando apenas a que está mais próxima da borda, pois ela é necessária para a triangulação correta do trabalho finalizado. O importante é manter os quadrantes frontais sempre livres, para realçar a profundidade visual e o equilibrio. Repare tambem que os troncos não se enterponham entre uns e outros, sendo a visão descortinada de seus caules possível de qualquer lado que se observe o trabalho.

Veja, por exemplo, meu primeiro trabalho, um bosque bonsai de pitangueiras. Cada planta, obtida via semente, foi trabalhada em separado, com o tronco recebendo aramação para ficar adequadamente torto. Sete anos depois de formadas, fiz a junção das plantas, usando como voce uma bacia plastica retangular, tendo há uns tres anos envasado nessa bandeja ceramica do Jorge Ribas:



Daqui a dois anos irei refazer, dispondo as plantas de maneira correta, acrescentando mais duas plantas, com tronco no mesmo formato, mas mais grossas e mais altas, para que fiquem corretamente distribuídas e não como estão agora, sem ritmo, estética visual fraca e com o solo alto, quando deveria estar com a altura igual ou inferior ao da borda. 🙄

O mesmo vale para esse outro bosque, formado por piracantas obtidas via sementes, e que estavam inicialmente plantadas crescendo juntas e livres em uma bacia plastica. Estou deixando os galhos superiores alongarem-se mais, para que os troncos engrossem um tantinho, e futuramente irei reenvasar, usando uma bandeja de borda mais baixa, como a das pitangueiras, nivelando o solo tambem:



Além do problema que mencionei, ainda há o fato de que o grupo principal está mal distribuído:



Como mencionei antes, o importante é ir aprendendo com os nossos erros e tentando melhorar. O trabalho abaixo foi realizado com serissas:



Na imagem abaixo, a dimensão exata do trabalho pode ser visualizada tendo ao lado o proprietário, que cedeu o vaso (eu cedi as plantas, rss), o bonsaista/forista Wagner Arnaut:



Para encerrar essa tristeza toda (snif, snif, rss), uma floresta de caliandras, construída sobre uma laje de pedra. A arvore principal secou, e deverá ser substituída por outra, dentro de tres anos:



Eu, ao lado, para dar idéia visual do tamanho da composição. Atualmente, está bem melhor, graças a intensa brotação de todas as plantas, bem como da fusão das raizes:



Além desses trabalhos, tenho mais outros: dois bosques de acer burgerianum, uma floresta de serissas, um de ficus microcarpa na rocha, e dois outros bosques de pitangueiras, essas ainda em fase de formação. Para o futuro, pretendo montar ainda um bosque ou floresta de buxinhos (buxus sempervirens), estando as plantas ainda em fase de aprimoramento, em recipientes individuais. Gosto muito desse estilo e busco, como voce, o aprimoramento. A melhor forma de conseguir isso, claro, é sempre estarmos fazendo um novo bosque/floresta. 😉

Veja o esboço do esquema que usei para a floresta de caliandras:



A laje que usei:

EZEQUIEL JUNIOR15/08/2011 08:35
Re: bonsai
nickyfury escreveu:
Além desses trabalhos, tenho mais outros: dois bosques de acer burgerianum, uma floresta de serissas, um de ficus microcarpa na rocha, e dois outros bosques de pitangueiras, essas ainda em fase de formação. Para o futuro, pretendo montar ainda um bosque ou florestade buxinhos (buxus sempervirens), estando as plantas ainda em fase de aprimoramento, em recipientes individuais. Gosto muito desse estilo e busco, como voce, o aprimoramento. A melhor forma de conseguir isso, claro, é sempre estarmos fazendo um novo bosque/floresta.

Veja o esboço do esquema que usei para a floresta de caliandras:



Meu patrão, qual a diferença entre bosque e floresta? Nunca fiz um trabalho de composição, e como pretendo fazê-lo, quero sanar todas as dúvidas antes...
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