Bem, se me permitem, ariscando já me tornar maçante, continuarei com alguns apontamentos estéticos de ordem geral antes de pensá-los na árvore em questão.
Temos algumas possibilidades ontológicas em relação aos ramos do estilo sinuoso, tanto o ereto quanto o inclinado. Eles podem se elevar, saírem retos, ou voltados para baixo (ou ainda de um jeito aqui e de outro ali).

Comparando os três o do meio parece o menos conveniente. Ele contradiz de certa forma as dinâmicas sinuosas do tronco.
Observando o terceiro sentimos um forte movimento de ascensão, parece mesmo uma seta voltada para o alto.
Já no primeiro sentimos o movimento ascendente natural da árvore, seu movimento de “crescimento” e um equilíbrio visual gerado pelos encaixes tronco-ramo. Com as setas creio ficar claro o que quero dizer.

Há também outra possibilidade que acho interessante comentar. Os ramos podem sair de um jeito e mudar de direção. Com isso são criados outros pontos de força e a árvore parece, como direi..., apoiada neles (como alguém com dificuldades de andar quando se apóia sobre o ombro de um amigo – metaforazinha ruim mas....). O fato visual é que o peso, neste caso, não se concentra estritamente sobre o tronco pois alguns pontos de tensão visual estão afastados dele.
Isso pode se dar como um ângulo marcante (segundo ramo) ou como uma curva (primeiro ramo) que, neste caso, se identifica e integra mais com as curvas do tronco. É digno de nota também que isso pode gerar belas formas do vazado (linhas tracejadas), que quanto mais se aproximarem de formas geométricas simples mais pregnância e importância terão.
Comparando ainda a versão do Sergivaldo com a minha, me veio ainda comentar, tardiamente, que talvez tenha certa importância no estilo sinuoso, o número de mudanças de direção do tronco.

Poucas curvas me parece não aproveitarem o espírito deste estilo, enquanto muitas acabam gerando, no todo, a leitura de uma reta (linha verde). Especulando sobre o ideal, me parece que três, cinco e sete curvas seriam os números mais apropriados.
Cabe ainda comentar (me desculpe a falta de cerimônia) que no projeto do Sergivaldo, os dois ramos projetados criaram uma espécie de linha reta que funciona como um corte no movimento do tronco (6).
Espero que isso não esteja ficando chato, não entendo nada disso como sabem, e estes apontamentos são na maioria fruto de minha intuição. Em tempo volto a pensar na árvore em questão.
Temos algumas possibilidades ontológicas em relação aos ramos do estilo sinuoso, tanto o ereto quanto o inclinado. Eles podem se elevar, saírem retos, ou voltados para baixo (ou ainda de um jeito aqui e de outro ali).

Comparando os três o do meio parece o menos conveniente. Ele contradiz de certa forma as dinâmicas sinuosas do tronco.
Observando o terceiro sentimos um forte movimento de ascensão, parece mesmo uma seta voltada para o alto.
Já no primeiro sentimos o movimento ascendente natural da árvore, seu movimento de “crescimento” e um equilíbrio visual gerado pelos encaixes tronco-ramo. Com as setas creio ficar claro o que quero dizer.

Há também outra possibilidade que acho interessante comentar. Os ramos podem sair de um jeito e mudar de direção. Com isso são criados outros pontos de força e a árvore parece, como direi..., apoiada neles (como alguém com dificuldades de andar quando se apóia sobre o ombro de um amigo – metaforazinha ruim mas....). O fato visual é que o peso, neste caso, não se concentra estritamente sobre o tronco pois alguns pontos de tensão visual estão afastados dele.
Isso pode se dar como um ângulo marcante (segundo ramo) ou como uma curva (primeiro ramo) que, neste caso, se identifica e integra mais com as curvas do tronco. É digno de nota também que isso pode gerar belas formas do vazado (linhas tracejadas), que quanto mais se aproximarem de formas geométricas simples mais pregnância e importância terão.
Comparando ainda a versão do Sergivaldo com a minha, me veio ainda comentar, tardiamente, que talvez tenha certa importância no estilo sinuoso, o número de mudanças de direção do tronco.

Poucas curvas me parece não aproveitarem o espírito deste estilo, enquanto muitas acabam gerando, no todo, a leitura de uma reta (linha verde). Especulando sobre o ideal, me parece que três, cinco e sete curvas seriam os números mais apropriados.
Cabe ainda comentar (me desculpe a falta de cerimônia) que no projeto do Sergivaldo, os dois ramos projetados criaram uma espécie de linha reta que funciona como um corte no movimento do tronco (6).
Espero que isso não esteja ficando chato, não entendo nada disso como sabem, e estes apontamentos são na maioria fruto de minha intuição. Em tempo volto a pensar na árvore em questão.


